quinta-feira, 11 de agosto de 2011


Quais São os Sinais do Fim da Era da Igreja?

Salvo algumas exceções, a era da Igreja não é um período de cumprimento profético. Pelo contrário, a profecia será cumprida depois do Arrebatamento, em relação à ação de Deus com a nação de Israel nos sete anos da Tribulação. A atual era da Igreja, em que os crentes vivem hoje, não tem uma cronologia profética específica, como Israel e sua profecia das setenta semanas de anos (Daniel 9:14-27). No entanto, o Novo Testamento dá características gerais que descrevem a era da Igreja.

Até mesmo profecias específicas cumpridas durante a era da Igreja estão relacionadas ao plano profético de Deus para Israel e não diretamente para a Igreja. Por exemplo, a destruição profetizada de Jerusalém e seu Templo em 70 d.C. é relativa a Israel (Mateus 23.28; Lucas 19.43-44; 21.20-24). Portanto, não é contraditório que as preparações proféticas relacionadas a Israel já estejam acontecendo com o restabelecimento de Israel como nação em 1948, apesar de ainda estarmos vivendo na era da Igreja.

A era da Igreja não é caracterizada por eventos proféticos historicamente verificáveis, exceto seu início no Dia de Pentecostes e seu fim com o Arrebatamento. Mas o rumo geral desta era foi profetizado e pode oferecer uma visão panorâmica do que se pode esperar durante esta era.

Existem sinais relacionados ao plano divino do fim dos tempos para Israel?

Sim, existem muitos sinais relacionados ao programa divino do fim dos tempos para Israel. No entanto, devemos ter cuidado com a maneira como os relacionamos a nós hoje durante a era da Igreja. Já que os crentes de hoje vivem na era da Igreja, que terminará com o Arrebatamento da Igreja, sinais proféticos relacionados a Israel não são cumpridos nos nossos dias. Ao invés disto, o que Deus está fazendo profeticamente nos nossos dias é preparando o mundo ou "montando o cenário" para a hora em que Ele começará Seu plano relacionado a Israel, que envolverá o cumprimento dos sinais e dos tempos. Um indicador importante de que provavelmente estamos próximos do começo da Tribulação é o fato evidente de que a nação de Israel foi reconstituída depois de quase 2000 anos.

O que significa "montar o cenário"?

A atual era da Igreja não é uma época em que a profecia bíblica está sendo cumprida. A profecia bíblica está relacionada com um período depois do Arrebatamento (o período de sete anos da Tribulação). Porém, isto não quer dizer que durante a atual era da Igreja, Deus não esteja preparando o mundo para esse período futuro – na verdade, Ele está. Mas isto não é "cumprimento" específico de profecia bíblica. Portanto, mesmo que a profecia não esteja se cumprindo na nossa época, isto não quer dizer que não podemos identificar "tendências gerais" na atual preparação para a Tribulação vindoura, principalmente porque ela acontecerá logo depois do Arrebatamento. Chamamos esta abordagem de "montagem de cenário." Assim como muitas pessoas separam a roupa na noite anterior para usá-la no dia seguinte, Deus está preparando o mundo para o cumprimento certo da profecia no futuro.

O Dr. John Walvoord explica:

Mas se não há sinais para o Arrebatamento em si, quais são as fontes legítimas que levem a crer que o Arrebatamento esteja próximo desta geração?

A resposta não é encontrada em nenhum dos eventos proféticos previstos antes do Arrebatamento mas no entendimento dos eventos que seguem ao Arrebatamento. Assim como a história foi preparada para a primeira vinda de Cristo, ela está sendo preparada para os eventos que levam à Sua Segunda Vinda... Sendo assim, isto leva à conclusão inevitável de que o Arrebatamento pode estar inevitavelmente próximo.[1]

A Bíblia fornece profecias detalhadas sobre os sete anos da Tribulação. Na verdade, Apocalipse 4-19 oferece um esboço detalhado e ordenado dos participantes e eventos principais. Com base em Apocalipse, o estudante da Bíblia pode harmonizar as centenas de outras passagens bíblicas que falam da Tribulação num modelo claro do que será o próximo período de tempo no planeta Terra. Com esse modelo para nos guiar, podemos ver que Deus já está preparando ou montando o cenário para o mundo, no qual o grande drama da Tribulação se desdobrará. Assim, esse período futuro lança sobre a nossa época uma sombra de expectativa, de tal forma que os eventos atuais oferecem sinais discerníveis dos tempos. (Thomas Ice e Timothy Demy - http://www.chamada.com.br)

Notas

1. John F. Walvoord, Armageddon, Oil and the Middle East Crisis, revised (Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1990), p. 217.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Profecias Maias

1ª profecia Maia: A partir de 1999 resta-nos 13 anos, para realizarmos mudanças e fugirmos da destruição. O mundo acabará em 2012.

Jesus disse: "Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão O Pai" Mc 13: 32. (Se referindo ao fim dos tempos)

2ª Profecia: O comportamento da humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de Agosto de 1999.

O comportamento da humanidade mudou já no inicio da criação, no jardim do Éden. Criado perfeito e revestido de glória, o homem, com o livre arbítrio, dado por Deus, escolheu desobedecer ao criador e dar ouvidos ao enganador (Satanás). A consequência foi a entrada do pecado no mundo e a mudança do comportamento do gênero humano. Gn 3:1-24. O homem, foi destituído da glória inicial:"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus"Rm 3:23.

3ª e 4ª Profecias: Aquecimento global, derretimento dos gelos nos pólos, mudanças climáticas sem precedentes e a uma velocidade assombrosa.


A Escritura descreve o declínio do planeta com precisão:

"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes do céu serão abalados (Lc 21:25,26) Também Is 24:4,5 Mt 24:6. Essa profecia Divina é bem anterior aos Maias. A Bíblia nos revela que Jesus, È o verbo que se fez carne (Jo 1:1,2). Ou seja, Ele criou, todas as coisas. Era a Palavra de Gênesis (Gn 1). Os Maias, acertaram, porém, não seriam os primeiros a revelar os segredos do declínio ambiental no planeta. Uma prova, de que Deus É soberano e somente a Ele devemos honra e glória: "As primeiras coisas desde a antiguidade as anunciei; da minha boca saíram, e eu as fiz ouvir; apressuradamente as fiz, e aconteceram" Is 48:3.

5ª Profecia: O medo se acabará para dar lugar a uma nova realidade.
6ªUm cometa colocará em perigo a humanidade

Os males terrenos, só serão extintos com a 2ª vinda de Cristo:" E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas" Ap 21:4. Enquanto isso, a humanidade sofrerá as consequências do pecado, da rebeldia contra Deus. Ele criou todas as coisas boas (Gn 1:31), após rejeitar o bem, escolhendo o mal, o homem se tornou escravo de suas escolhas. Enquanto houver humanidade, haverá medo e dor. Essa profecia, portanto, não irá se cumprir da forma que os Maias anunciaram. É uma "furada".

7ª Profecia: Mudanças no sistema solar. Entre 1999 e 2012, a luz emitida do centro da galáxia provoca transformação interna, novas realidades e capacidade de superação através do pensamento.

Uma mudança no sistema solar, provocaria transformação interna? As pessoas alcançariam superação, através do pensamento? Que absurdo! Isso é ficção! A Bíblia relata que nos últimos dias haveria sinais no sol, na lua e nas estrelas(Lc 21:11,25,26- Mc 13:24). Os astros, porém, não têm poder para transformar quem quer que seja. Mudam estações, influenciam na natureza, no planeta. O homem possui espírito, incapaz de ser compreendido pelo que não é espírito.

"Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens . Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo" Jo 1:4,9. Na Bíblia, a única luz, capaz de transformar o homem, chama-se Jesus.

Os Maias, acreditavam que o sol era um Deus, esse é o motivo de creditarem a ele muitos benefícios dados ao homem. Essa teoria, porém, não tem fundamento. O sol, está sujeito ás leis de Deus: céu e terra, são regidos por quem os criou (Sl 119:89-91).

Se você, está acreditando que o mundo irá acabar em 2012, porque os Maias assim disseram, lembre-se, muitos falsos profetas já aguardaram e pronunciaram outros fins, que nunca vieram. Essa é mais uma mentira. Devemos nos preparar, em espírito e em verdade, para a volta de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, Ele mesmo falou que voltaria. Não marcou dia, nem hora.Há uma necessidade de estarmos sempre preparados. Como? Arrependendo-se do passado, entregando toda a vida a Jesus, obedecendo-o, de acordo com sua Palavra. O homem que assim o fizer, estará salvo, para todo o sempre. Amém.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" Jo 3:16. Acredite, essa é a maior profecia de todos os tempos!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Provas biblícas

Arqueologia

É a ciência que estuda a vida e a cultura dos povos antigos por meios de escavações, ou através de documentos, monumentos e objetos, estabelecendo relações entre si no tempo e espaço.
Arqueologia bíblica. Até o século XIX, o estudo da Bíblia sofreu limitações decorrente da quase total ausência de informações históricas extrabíblicas sobre os fatos narrados na Bíblia. Com as descobertas proporcionadas pelas escavações arqueológicas, foi possível compor um quadro geral mais nítido de todo o mundo antigo contemporâneo de Israel e do cristianismo primitivo, isto é, desde a civilização sumeriana, da qual saiu Abraão, até à época do helenismo e do Império Romano, em que houve a expansão do Evangelho. Devido a exiguidade de espaço, citaremos alguns achados arqueológicos importantes:
Em 1902, uma expedição francesa descobriu, em Susã, o Código de Hamurabi, que os Assiriólogos identificam como o rei Anrafel de Gn.14.
Em 1905, uma expedição Germânica descobriu a Sinagoga de Cafarnaum, onde Jesus ensinou muitas vezes, Mc. 1:21,22: "Entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, indo ele à sinagoga, ali ensinava. E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade e não como os escribas."
Em 1908 -10, A Universidade de Harvard e a Universidade Hebraica de Jerusalém, descobriram a "Casa de Marfim" do rei Acabe, Am. 3:15.
Em 1922-23, foi encontrada a "Fortaleza de Saul". I Sm. 10:26.
Os Rolos do Mar Morto

F oi a maior descoberta arqueológica, que dá maior suporte aos estudiosos da Bíblia, principalmente aos do Criticismo Textual, ocorreu na primavera de 1947 por um jovem pastor árabe, Muhammad adh-Dhib, quando perseguia uma cabra, a 12 Km ao sul de Jericó e 1500m a oeste do mar Morto. Em uma Gruta ele descobriu umas jarras que continham vários rolos de couro. Em fevereiro de 1956, foram feitas escavações próximo a Qumran, e foram encontrado quase todo o V.T., com data dos escritos entre 100 a 50 AC. Nestas grutas os essênios, seita religiosa judaica que existia na época de Cristo, haviam guardado sua biblioteca. Quando a comunidade foi destruída pelo exército romano a biblioteca ficou soterrada.

A GUERRA DO ARMAGEDOM



Na segunda parte da grande tribulação, no final para ser mais exato, acontecerá a 3º guerra mundial, onde países do mundo inteiro irão concentrar suas forcas militares para conquistar o poder do planeta ao lado do anticristo. Nesta grande guerra, as terras de Israel e seus habitantes, serão o grande alvo dos reis da terra, e do anticristo, que nesta ocasião depois de quebrar o concerto que fez com Israel, estará reinando em Jerusalém. Isaías 28:15, Daniel 9:27. O Vale do Armagedom, que também se chama Megido, esta situado em Israel, onde foi palco das grandes guerras dos Reis de Israel no velho testamento. II Reis 9:27 e 23:29, Zacarias 12:11, Juizes5:19.


Senhor irá reunir no Armagedom os povos do mundo inteiro para fazer guerra com Israel.

• O país ao norte de Israel que é a Rússia ( Gogue ) Ezequiel 38:1 a 15 39: 1 a 6
• Os reis do Oriente ( Japão, China, Coréia, etc. ) Apocalipse 16:12 e 16
• Muitos povos com a Rússia. Ezeq. 38:16 e 23, Zacarias 14:4, Joel 2:20
• A guerra será contra Israel Ezequiel 39:2
• O Exercito dos povos do mundo inteiro estarão no Armagedom Joel 3:2
• O Armagedom se chamara “ vale da multidão de Gogue” Ezequiel 39:11 e 15


Quando a 3º guerra estiver no clima máximo, e todos os povos da terra estiverem no vale do Armagedom, para enfim exterminar o povo Judeu, o que o alemão Hitler já tentou fazer, e o povo judeu estiver em tamanho aperto, quando tudo parecer estar destruído e acabado, os judeus irão clamar ao messias, Deut. 4:30, Ezequiel 39:22, e neste momento o acontecimento máximo terá enfim a sua hora, pois o Cristo que foi rejeitado e morto pêlos Judeus, será enfim aceito pelo seu povo, e então o Senhor virá para socorrer Israel das garras do anticristo e todas as nações da terra. Apocalipse 19:14 a 16.


• Os pés do Senhor estarão sobre o monte das oliveiras Zacarias 14:4
• A Igreja virá do céu junto com Cristo Judas 1:14, Apocalipse 19:14, Zacarias 14:5
• Todo o joelho se dobrara diante de Cristo Salmos 86:9, Rom. 14:11, Filip. 2:10, Ap. 15:4
• Todo olho o verá Apocalipse 1:7


O Senhor irá guerrear com o anticristo, nesta hora a luta do século, do milênio, de todos os tempos, terá seu inicio, Cristo não expulsara o demônio, ele vai o desfazer por completo.

• O Senhor aniquilara o demônio com o esplendor de sua gloria II Tess. 2:7-8
• O Senhor irá esmagar satanás debaixo de seus pés. Romanos 16:20
• O Senhor irá prender a besta Apocalipse 19:20


Quero lembrar o leitor que satanás é uma criatura de Deus, e como todos sabem Deus é eterno, e por isso satanás não poder ser destruído, assim como o homem, Deus ao fazer o homem soprou em sua narinas o fôlego de vida, e assim o homem passou a ser eterno, assim como o seu criador, o homem pode ser punido a viver eternamente nas trevas, porem não pode ser destruído, assim também satanás não pode ser destruído, mas vencido, é por esta razão que no final do milênio, satanás volta a enganar os moradores da terra, e novamente fará guerra contra Cristo, mas desta vez, Jesus o vencerá novamente, e o lançara no lago de fogo para sempre. Apocalipse 20:7 a 10



Nesta hora e dia como já vimos, todas as nações da terra estarão em Jerusalém fazendo guerra contra Israel, mas Cristo ira derrotar a todas as nações.


Neste dia,

• A Gloria do Senhor será conhecida por todos os povos Ezequiel 38:16
• O Senhor Vencerá a guerra para Israel Zacarias 14:3, Apoc. 19:19-21, Ezequiel 39:1 a 4
• Os povos da terra saberão quem é o Senhor. Ezequiel 38:23, e 39:6, 7 e 13 e 21
• O Enterro dos mortos durara sete meses Ezequiel 39:14-15
• Demorará sete anos para queimar todas as armas Ezequiel 39:9-10
• O corpo dos reis e poderosos da terra servirá de pasto Ezequiel 39:4,17 a 29

As 95 Teses de Lutero




[Essas teses foram afixadas na porta da igreja do Castelo de Wittenberg a 1o de outubro de 1517. Era esse o modo usual de se anunciar uma disputa, instituição regular da vida universitária e não havia nada de dramático no ato. Lutero confiava receber o apoio do papa pelo fato de revelar os males do tráfico das indulgências.]
Uma disputa do Mestre Martinho Lutero, teólogo, para elucidação da virtude das indulgências.
Com um desejo ardente de trazer a verdade à luz, as seguintes teses serão defendidas em Wittenberg sob a presidência do Rev. Frei Martinho Lutero, Mestre de Artes, Mestre de Sagrada Teologia e Professor oficial da mesma. Ele, portanto, pede que todos os que não puderem estar presentes e disputar com ele verbalmente, o façam por escrito. Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.
1. Nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo em dizendo "Arrependei-vos, etc.), afirmava que toda a vida dos fiéis deve ser uma ato de arrependimento.
2. Essa declaração não pode ser entendida como o sacramento da penitência (i. e., confissão e absolvição) que é administrado pelo sacerdócio.
3. Contudo, não pretende falar unicamente de arrependimento interior; pelo contrário, o arrependimento interior é vão se não produz externamente diferentes espécies de mortificação da carne.
4. Assim, permanece a penitência enquanto permanece o ódio de si (i. e., verdadeira penitência interior), a saber, o caminho reto para entrar no reino dos céus.
5. O papa não tem o desejo nem o poder de perdoar quaisquer penas, exceto aquelas que ele impôs por sua própria vontade ou segundo a vontade dos cânones.
6. O papa não tem o poder de perdoar culpa a não ser declarando ou confirmando que ela foi perdoada por Deus; ou, certamente, perdoado os casos que lhe são reservados. Se ele deixasse de observar essas limitações a culpa permaneceria.
7. Deus não perdoa a culpa de ninguém sem sujeitá-lo à humilhação sob todos os aspectos perante o sacerdote, vigário de Deus.
8. Os cânones da penitência são impostas unicamente sobre os vivos e nada deveria ser imposta aos mortos segundo eles.
9. Por isto o Espírito Santo nos beneficia através do papa, mas sempre faz exceção de seus decretos no caso da iminência da morte e da necessidade.
10. Os sacerdotes que no caso de morte reservam penas canônicas para o purgatório agem ignorante e incorretamente.
11. Esta cizânia que se refere à mudança de penas canônicas em penas no purgatório certamente foi semeada enquanto os bispos dormiam.
12. As penitências canônicas eram impostas antigamente não depois da absolvição, mas antes dela, como prova de verdadeira contrição.
13. Os moribundos pagam todas as suas dívidas por meio de sua morte e já estão mortos para as leis dos cânones, estando livres de sua jurisdição.
14. Qualquer deficiência em saúde espiritual ou e amor por parte de um homem moribundo deve trazer consigo temor, e quanto maior for a deficiência maior deverá ser o temor.
15. Esse temor e esse terror bastam por si mesmos para produzir as penas do purgatório, sem qualquer outra coisa, pois estão pouco distante do terror do desespero.
16. Com efeito, a diferença entre Inferno, Purgatório e Céu parece ser a mesma que há entre desespero, quase-desespero e confiança.
17. Parece certo que para as almas do purgatório o amor cresce na proporção em que diminui o terror.
18. Não parece estar provado, quer por argumentos quer pelas Escrituras, que essas almas estão impedidas de ganhar méritos ou de aumentar o amor.
19. Nem parece estar provado que elas estão seguras e confiantes de sua bem-aventurança, ou, pelo menos, que todas o estejam, embora possamos estar seguros disso.
20. O papa pela remissão plenária de todas as penas não quer dizer a remissão de todas as penas em sentido absoluto, mas somente das que foram impostas por ele mesmo.
21. Por isto estão em erro os pregadores de indulgências que dizem ficar um homem livre de todas as penas mediante as indulgências do papa.
22. Pois para as almas do purgatório ele não perdoa penas a que estavam obrigadas a pagar nesta vida, segundo os cânones.
23. Se é possível conceder remissão completa das penas a alguém, é certo que somente pode ser concedida ao mais perfeito; isto quer dizer, a muito poucos.
24. Daí segue-se que a maior parte do povo está sendo enganada por essas promessas indiscriminadas e liberais de libertação das penas.
25. O mesmo poder sobre o purgatório que o papa possui em geral, é possuído pelo bispo e pároco de cada dioceses ou paróquia.
26. O papa faz bem em conceder remissão às almas não pelo poder das chaves (poder que ele não possui), mas através da intercessão.
27. Os que afirmam que uma alma voa diretamente para fora (do purgatório) quando uma moeda soa na caixa das coletas, estão pregando uma invenção humana (hominem praedicant).
28. É certo que quando uma moeda soa, cresce a ganância e a avareza; mas a intercessão (suffragium) da Igreja está unicamente na vontade de Deus.
29. Quem pode saber se todas as almas do purgatório desejam ser resgatadas? (Que se pense na história contada a respeito de São Severino e São Pascoal).
30. Ninguém está seguro na verdade de sua contrição; muito menos de que se seguirá a remissão plenária.
31. Um homem que verdadeiramente compra suas indulgências é tão raro como um verdadeiro penitente, isto é, muito raro.
32. Aqueles que se julgam seguros da salvação em razão de suas cartas de perdão serão condenados para sempre juntamente com seus mestres.
33. Devemos guardar-nos particularmente daqueles que afirmam que esses perdões do papa são o dom inestimável de Deus pelo qual o homem é reconciliado com Deus.
34. Porque essas concessões de perdão só se aplicam às penitências da satisfação sacramental que foram estabelecidas pelos homens.
35. Os que ensinam que a contrição não é necessária para obter redenção ou indulgência, estão pregando doutrinas incompatíveis com o cristão.
36. Qualquer cristão que está verdadeiramente contrito tem remissão plenária tanto da pena como da culpa, que são suas dívidas, mesmo sem uma carta de perdão.
37. Qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, participa de todos os benefícios de Cristo e da Igreja, que são dons de Deus, mesmo sem cartas de perdão.
38. Contudo, o perdão distribuído pelo papa não deve ser desprezado, pois – como disse – é uma declaração da remissão divina.
39. É muito difícil, mesmo para os teólogos mais sábios, dar ênfase na pregação pública simultaneamente ao benefício representado pelos indulgências e à necessidade da verdadeira contrição.
40. Verdadeira contrição exige penitência e a aceita com amor; mas o benefício das indulgências relaxa a penitência e produz ódio a ela. Tal é pelo menos sua tendência.
41. Os perdões apostólicos devem ser pregados com cuidado para que o povo não suponha que eles são mais importantes que outros atos de amor.
42. Deve ensinar-se aos cristãos que não é intenção do papa que se considera a compra dos perdões em pé de igualdade com as obras de misericórdia.
43. Deve ensinar-se aos cristãos que dar aos pobres ou emprestar aos necessitados é melhor obra que comprar perdões.
44. Por causa das obras do amor o amor é aumentado e o homem progride no bem; enquanto que pelos perdões não há progresso na bondade mas simplesmente maior liberdade de penas.
45. Deve ensinar-se aos cristãos que um homem que vê um irmão em necessidade e passa a seu lado para dar o seu dinheiro na compra dos perdões, merece não a indulgência do papa, mas a indignação de Deus.
46. Deve ensinar-se aos cristãos que – a não ser que haja grande abundância de bens – são obrigados a guardar o que é necessário para seus próprios lares e de modo algum gastar seus bens na compra de perdões.
47. Deve ensinar-se aos cristãos que a compra de perdões é matéria de livre escolha e não de mandamento.
48. Deve ensinar-se aos cristãos que, ao conceder perdões, o papa tem mais desejo (como tem mais necessidade) de oração devota em seu favor do que de dinheiro contado.
49. Deve ensinar-se aos cristãos que os perdões do papa são úteis se não se põe confiança neles, mas que são enormemente prejudiciais quando por causa deles se perde o temor de Deus.
50. Deve ensinar-se aos cristãos que, se o papa conhecesse as exações praticadas pelos pregadores de indulgências, ele preferiria que a basílica de São Pedro fosse reduzida a cinzas a construí-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51. Deve ensinar-se aos cristãos que o papa – como é de seu dever – desejaria dar os seus próprios bens aos pobres homens de quem certos vendedores de perdões extorquem o dinheiro; que para este fim ele venderia – se fosse possível – a basílica de São Pedro.
52. Confiança na salvação por causa de cartas de perdões é vã, mesmo que o comissário, e até mesmo o próprio papa, empenhasse sua alma como garantia.
53. São inimigos de Cristo e do povo os que em razão da pregação das indulgências exigiam que a palavra de Deus seja silenciada em outras igrejas.
54. Comete-se uma injustiça para com a palavra de Deus se no mesmo sermão se concede tempo igual, ou mais longo, às indulgências do que a palavra de Deus.
55. A intenção do papa deve ser esta: se a concessão dos perdões – que é matéria de pouca importância – é celebrada pelo toque de um sino, como uma procissão e com uma cerimônia, então o Evangelho – que é a coisa mais importante – deve ser pregado com o acompanhamento de cem sinos, de cem procissões e de cem cerimônias.
56. Os tesouros da Igreja – de onde o papa tira as indulgências – não estão suficientemente esclarecidos nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57. É pelo menos claro que não são tesouros temporais, porque não estão amplamente espalhados mas somente colecionados pelos numerosos vendedores de indulgências.
58. Nem são os méritos de Cristo ou dos santos, porque esses, sem o auxílio do papa, operam a graça do homem interior e a crucificação, morte e descida ao inferno do homem exterior.
59. São Lourenço disse que os pobres são os tesouros da Igreja, mas falando assim estava usando a linguagem de seu tempo.
60. Sem violências dizemos que as chaves da Igreja, dadas por mérito de Cristo, são esses tesouros.
61. Porque é claro que para a remissão das penas e a absolvição de casos (especiais) é suficiente o poder do papa.
62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o sacrossento Evangelho da glória e da graça de Deus.
63. Mas este é merecidamente o mais odiado, visto que torna o primeiro último.
64. Por outro lado, os tesouros das indulgências são merecidamente muito populares, visto que fazem do último primeiro
65. Assim os tesouros do Evangelho são redes com que desde a Antigüidade se pescam homens de bens.
66. Os tesouros das indulgências são redes com que agora se pescam os bens dos homens.
67. As indulgências, conforme declarações dos que as pregam, são as maiores graças; mas "maiores" se deve entender como rendas que produzem.
68. Com efeito, são de pequeno valor quando comparadas com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69. Bispos e párocos são obrigados a admitir os comissários dos perdões apostólicos com toda a reverência.
70. Mas estão mais obrigados a aplicar seus olhos e ouvidos à tarefa de tornar seguro que não pregam as invenções de sua própria imaginação em vez de comissão do papa.
71. Se qualquer um falar contra a verdade dos perdões apostólicos que sejam anátema e amaldiçoado.
72. Mas bem-aventurado é aquele que luta contra a dissoluta e desordenada pregação dos vencedores de perdões.
73. Assim como o papa justamente investe contra aqueles que de qualquer modo agem em detrimento do negócio dos perdões.
74. Tanto mais é sua intenção investir contra aqueles que, sob o pretexto dos perdões, agem em detrimento do santo amor e verdade.
75. Afirmar que os perdões papais têm tanto poder que podem absolver mesmo um homem que – para aduzir uma coisa impossível – tivesse violado a mão de Deus, é delirar como um lunático.
76. Dizemos ao contrário, que os perdões papais não podem tirar o menor dos pecados veniais no que tange à culpa.
77. Dizer que nem mesmo São Pedro e o papa, não podia dar graças maiores, é uma blasfêmia contra São Pedro e o papa.
78. Dizemos contra isto que qualquer papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc. como em 1 Co 12.
79. É blasfêmia dizer que a cruz adornada com as armas papais tem os mesmos efeitos que a cruz de Cristo.
80. Bispos, párocos e teólogos que permitem que tal doutrina seja pregada ao povo deverão prestar contas.
81. Essa licenciosa pregação dos perdões torna difícil, mesmo a pessoas estudadas, defender a honra do papa contra a calúnia, ou pelo menos contra as perguntas capciosas dos leigos.
82. Esses perguntam: Por que o papa não esvazia o purgatório por um santíssimo ato de amor e das grandes necessidades das almas; isto não seria a mais justa das causas visto que ele resgata um número infinito de almas por causa do sórdido dinheiro dado para a edificação de uma basílica que é uma causa bem trivial?
83. Por que continuam os réquiens e os aniversários dos defuntos e ele não restitui os benefícios feitos em seu favor, ou deixa que sejam restituídos, visto que é coisa errada orar pelos redimidos?
84. Que misericórdia de Deus e do papa é essa de conceder a uma pessoa ímpia e hostil a certeza, por pagamento de dinheiro, de uma alma pia em amizade com Deus, enquanto não resgata por amor espontâneo uma alma que é pia e amada, estando ela em necessidade?
85. Os cânones penitenciais foram revogados de há muito e estão mortos de fato e por desuso. Por que então ainda se concedem dispensas deles por meio de indulgências em troca de dinheiro, como se ainda estivesse em plena força?
86. As riquezas do papa hoje em dia excedem muito às dos mais ricos Crassos; não pode ele então construir uma basílica de São Pedro com seu próprio dinheiro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos fiéis?
87. O que o papa perdoa ou dispensa àqueles que pela perfeita contradição têm direito à remissão e dispensa plenária?
88. Não receberia a Igreja um bem muito maior se o papa fizesse cem vezes por dia o que agora faz uma única vez, isto é, distribuir essas remissões e dispensas a cada um dos fiéis?
89. Se o papa busca pelos seus perdões antes a salvação das almas do que dinheiro, por que suspende ele cartas e perdões anteriormente concedidos, visto que são igualmente eficazes?
90. Abafar esses estudos argumentos dos fiéis apelando simplesmente para a autoridade papal em vez de esclarecê-los mediante uma resposta racional, é expor a Igreja e o papa ao ridículo dos inimigos e tornar os cristãos infelizes.
91. Se os perdões fossem pregados segundo o espírito e a intenção do papa seria fácil resolver todas essas questões; antes, nem surgiriam.
92. Portanto, que se retirem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "paz, paz", e não há paz.
93. E adeus a todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "a cruz, a cruz", e não há cruz.
94. Os cristãos devem ser exortados a esforçar-se em seguir a Cristo, sua cabeça, através de sofrimentos, mortes e infernos.
95. E que eles confiem entrar no céu antes passando por muitas tribulações do que por meio da confiança da paz.

terça-feira, 12 de julho de 2011

LOUVOR NA BÍBLIA

Não há dúvida, cada servo do Senhor deve louvá-LO pessoalmente; afinal, a comunhão com o Pai é uma necessidade na vida dos escolhidos. É impossível, contemplarmos a obra do Senhor Jesus, o seu amor, a graça do Pai, sem darmos graças e louvores; e todos nós os filhos de Deus precisamos cultivar e praticar continuamente.
A seguir, uma relação de textos, que leva-nos a compreender a seriedade da prática deste sacrifício tão agradável ao Pai.

O Senhor é merecedor de todo Louvor:

a) "Invoco o SENHOR, digno de ser louvado..." 2Sm 22.4
b) "vós que temeis o SENHOR, louvai-o; glorificai-o, vós todos..." Sl 22.23
c) "O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus" Sl 50.23
d) "proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor." Ap 5.12
e) "... Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel!" Jo 12.13
f) "Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome." Hb 13.15

Porque Louvar a Deus, vejas alguns motivos:

a) Sua Majestade: "Cantai ao SENHOR um cântico novo, cantai ao SENHOR, todas as terras... Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário." Sl 96.1,6;
b) Sua Glória: "cantarão os caminhos do SENHOR, pois grande é a glória do SENHOR" Sl 138.5;
c) Sua Bondade:"Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!" Sl 107.8
d) Seu Poder: "Exalta-te, SENHOR, na tua força! Nós cantaremos e louvaremos o teu poder." Sl 21.13
e) Sua Sabedoria: "Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder." Dn 2.20
f) Sua Santidade: "Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas?" Ex 15.11
g) Sua Grandeza: "porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais do que todos os deuses." 1Cr 16.25
h) Sua Excelência: "Na grandeza da tua excelência, derribas os que se levantam contra ti; envias o teu furor, que os consome como restolho."
Ex 15.7
i) Sua Consolação: "Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu." Sl 42.5
j) Suas Obras: "Pois quem nos céus é comparável ao SENHOR? Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao SENHOR?" Sl 89.6; "Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza." 150.2
k) Sua Salvação: "Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo, e nos suscitou plena e poderosa salvação na casa de Davi, seu servo." Lc 1.68;69
l) Sua Fidelidade: "Ó SENHOR, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei a ti e louvarei o teu nome, porque tens feito maravilhas e tens executado os teus conselhos antigos, fiéis e verdadeiros." Is 25.1
m) Sua Verdade: "Prostrar-me-ei para o teu santo templo e louvarei o teu nome, por causa da tua misericórdia e da tua verdade, pois magnificaste acima de tudo o teu nome e a tua palavra." Sl 138.2
n) Seu Conselho: "Bendigo o SENHOR, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina." Sl 16.7
o) Suas Promessas: "Bendito seja o SENHOR, que deu repouso ao seu povo de Israel, segundo tudo o que prometera; nem uma só palavra falhou de todas as suas boas promessas, feitas por intermédio de Moisés, seu servo."
1Rs 8.56
p) Seu Perdão: "Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios. Ele é quem perdoa todas as tuas iniqüidades; quem sara todas as tuas enfermidades" Sl 103.1-3
q) Sua Preservação: "Em ti me tenho apoiado desde o meu nascimento; do ventre materno tu me tiraste, tu és motivo para os meus louvores constantemente. Para muitos sou como um portento, mas tu és o meu forte refúgio. Os meus lábios estão cheios do teu louvor e da tua glória continuamente." Sl 71.6-8
r) Seu Livramento: "Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro. Tirou-me de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão essas coisas, temerão e confiarão no SENHOR."
Sl 40.1-3
s) Sua Proteção: "O SENHOR é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, nele fui socorrido; por isso, o meu coração exulta, e com o meu cântico o louvarei." Sl 28.7
t) Suas Respostas: "Bendito seja o SENHOR, porque me ouviu as vozes súplices!" Sl 28.6
u) Sua Esperança: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros" 1Pe 1.3-4
v) Suas Bênçãos: "Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios." Sl 103.2

O Louvor é uma exigência do Senhor, a anjos, homens e criação:

a) Aos Anjos: "Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, valorosos em poder, que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra." Sl 103.20;
" Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes."
Sl 148.2
b) Aos Santos: "Salmodiai ao SENHOR, vós que sois seus santos, e dai graças ao seu santo nome." Sl 30.4
c) Aos Jovens: "Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas... rapazes e donzelas, velhos e crianças." Sl 148.1,12
d) Aos Velhos: "Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas... rapazes e donzelas, velhos e crianças." Sl 148.1,12
e) A Criação: "Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas. Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes. Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes. Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento. Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados. E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará. Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos e abismos todos; fogo e saraiva, neve e vapor e ventos procelosos que lhe executam a palavra; montes e todos os outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros; feras e gados, répteis e voláteis."
Sl 148.1-10
f) Aos Homens: "Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!" Sl 107.8
g) A Todos: "Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas. Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes. Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes. Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento. Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados. E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará. Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos e abismos todos; fogo e saraiva, neve e vapor e ventos procelosos que lhe executam a palavra; montes e todos os outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros; feras e gados, répteis e voláteis. reis da terra e todos os povos, príncipes e todos os juízes da terra; rapazes e donzelas, velhos e crianças. Louvem o nome do SENHOR, porque só o seu nome é excelso; a sua majestade é acima da terra e do céu. Ele exalta o poder do seu povo, o louvor de todos os seus santos, dos filhos de Israel, povo que lhe é chegado. Aleluia!" Sl 148
"Saiu uma voz do trono, exclamando: Dai louvores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que o temeis, os pequenos e os grandes." Ap 19.5

Deve-se oferecer com:

a) a Alma: "Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios." Sl 103.1,2
b) o coração: "Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas." Sl 9.1;
"Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembléia." Sl 111.1
c) os lábios: "Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam." Sl 63.3
d) a boca: "Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores." Sl 51.15
"Como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva" Sl 63.5
e) alegria: "Como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva" Sl 63.5;
"Celebrai com júbilo ao SENHOR, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores." Sl 98.4
f) regozijo: "Então, o rei Ezequias e os príncipes ordenaram aos levitas que louvassem o SENHOR com as palavras de Davi e de Asafe, o vidente. Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e adoraram." 2Cr 29.30
g) graças: "Designou dentre os levitas os que haviam de ministrar diante da arca do SENHOR, e celebrar, e louvar, e exaltar o SENHOR, Deus de Israel, a saber." 1Cr 16.4
h) continuidade: "E a minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor todo o dia." Sl 35.28
i) a vida: "Cantarei ao SENHOR enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida." Sl 104.33
j) dia e noite: "E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir."
Ap 4.8
k) dia-a-dia: "Bendito seja o Senhor que, dia a dia, leva o nosso fardo! Deus é a nossa salvação." Sl 68.19
l) sempre: "Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondável." Sl 145.3
m) hinos e salmos: "Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; narrai todas as suas maravilhas." Sl 105.2;
"falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo," Ef 5.19;
"Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração." Cl 3.16

Os Servos devem:

a) Mostrá-lo: "...povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor."
Is 43.21;
"Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." 1Pe 2.9
b) Ser revestidos: "e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória." Is 61.3
c) Rendê-lo em todas as situações: " Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam." At 16.25
d) Gloriar-se: "E dizei: Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao teu santo nome e nos gloriemos no teu louvor." 1Cr 16.35
e) Triunfar: "Salva-nos, SENHOR, nosso Deus, e congrega-nos de entre as nações, para que demos graças ao teu santo nome e nos gloriemos no teu louvor." Sl 106.47
f) Expressar a alegria: "Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? Cante louvores."Tg 5.13
g) Declará-lo: "dêem honra ao SENHOR e anunciem a sua glória nas terras do mar." Is 42.12
h) Chamar outros para louvarem: "Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, à uma, lhe exaltemos o nome." Sl 34.3;
"Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação." Sl 95.1

Louvaram ao Senhor:

a) Melquisedeque: "Melquisedeque, rei de Salém... e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo." Gn 14.18,20
b) Moisés: "Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e disseram: Cantarei ao SENHOR, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.O SENHOR é a minha força e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; ele é o Deus de meu pai; por isso, o exaltarei. O SENHOR é homem de guerra; SENHOR é o seu nome. Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus capitães afogaram-se no mar Vermelho. Os vagalhões os cobriram; desceram às profundezas como pedra. A tua destra, ó SENHOR, é gloriosa em poder; a tua destra, ó SENHOR, despedaça o inimigo. Na grandeza da tua excelência, derribas os que se levantam contra ti; envias o teu furor, que os consome como restolho. Com o resfolgar das tuas narinas, amontoaram-se as águas, as correntes pararam em montão; os vagalhões coalharam-se no coração do mar. O inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os despojos; a minha alma se fartará deles, arrancarei a minha espada, e a minha mão os destruirá. Sopraste com o teu vento, e o mar os cobriu; afundaram-se como chumbo em águas impetuosas. Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em feitos gloriosos, que operas maravilhas? Estendeste a destra; e a terra os tragou. Com a tua beneficência guiaste o povo que salvaste; com a tua força o levaste à habitação da tua santidade. Os povos o ouviram, eles estremeceram; agonias apoderaram-se dos habitantes da Filístia. Ora, os príncipes de Edom se perturbam, dos poderosos de Moabe se apodera temor, esmorecem todos os habitantes de Canaã. Sobre eles cai espanto e pavor; pela grandeza do teu braço, emudecem como pedra; até que passe o teu povo, ó SENHOR, até que passe o povo que adquiriste. Tu o introduzirás e o plantarás no monte da tua herança, no lugar que aparelhaste, ó SENHOR, para a tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as tuas mãos estabeleceram. O SENHOR reinará por todo o sempre. Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavalarianos, entraram no mar, e o SENHOR fez tornar sobre eles as águas do mar; mas os filhos de Israel passaram a pé enxuto pelo meio do mar." Ex 15
c) Jetro: "Alegrou-se Jetro de todo o bem que o SENHOR fizera a Israel, livrando-o da mão dos egípcios, e disse: Bendito seja o SENHOR, que vos livrou da mão dos egípcios e da mão de Faraó;" Ex 18.9,10
d) Os Israelitas: " Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, desde a eternidade até a eternidade. E todo o povo disse: Amém! E louvou ao SENHOR." 1Cr 16.36
e) Davi: "Pelo que Davi louvou ao SENHOR perante a congregação toda e disse: Bendito és tu, SENHOR, Deus de Israel, nosso pai, de eternidade em eternidade"1Cr 29.10;
"Sete vezes no dia, eu te louvo pela justiça dos teus juízos." Sl 119.164
f) Sacerdotes e Levitas: "Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do SENHOR, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o SENHOR, segundo as determinações de Davi, rei de Israel. Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao SENHOR, com estas palavras: Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, louvando ao SENHOR por se terem lançado os alicerces da sua casa." Ed 3.10,11
g) Esdras: " Esdras bendisse ao SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém! E, levantando as mãos; inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra." Ne 8.6
h) Ezequias: "Os vivos, somente os vivos, esses te louvam como hoje eu o faço; o pai fará notória aos filhos a tua fidelidade" Is 38.19
i) Zacarias: "Imediatamente, a boca se lhe abriu, e, desimpedida a língua, falava louvando a Deus." Lc 1.64
j) Pastores: "Voltaram, então, os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes fora anunciado." Lc 2.20
k) Simeão: "Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus." Lc 2.28
l) Ana: " Então, orou Ana e disse: O meu coração se regozija no SENHOR, a minha força está exaltada no SENHOR; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação." 1Sm 2.1
m) Multidões: "Imediatamente, tornou a ver e seguia-o glorificando a Deus. Também todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus" Lc 18.43
n) Discípulos: "E, quando se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos passou, jubilosa, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto, dizendo: Bendito é o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!" Lc 19.37,38
o) Apóstolos: "Então, eles, adorando-o, voltaram para Jerusalém, tomados de grande júbilo; e estavam sempre no templo, louvando a Deus." Lc 24.52,53
p) Convertidos: "Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos." At 2.46,47
q) Aleijado: "E, tomando-o pela mão direita, o levantou; imediatamente, os seus pés e tornozelos se firmaram; de um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus. Viu-o todo o povo a andar e a louvar a Deus." At 3.7-9
r) Paulo: "Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam." At 16.25
s) Silas: "Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam." At 16.25

A Bíblia apresenta situações nas quais o louvor é:
Ensinado;
Exigido e
Mostrado.

Como servos, que desejam comunhão perfeita com o Pai, é dever lermos e meditarmos nos textos citados, seremos assim aprimorados na prática do louvor.

Amém!

Elias R. de Oliveira

QUEM SÃO DOS DEMÔNIOS?

O que é o demônio?

Demônio são anjos que junto a satanás foram expulso dos céus, quando este rebelou-se contra Deus. (Isaias 14.12-15; Apocalipse 12.3,4). Assim como os anjos tem acesso aos lugares espirituais, os demônios também tem acesso e podem descer às profundezas do ódio, rancor e perversão. Atormentam as pessoas, se apossam delas e as tiram de Deus e da sua verdade.
(Marcos 5.2-5; Atos 13.6-12)

Embora a luxúria, o homossexualismo, a bebedice, a glutonaria e a magia negra seja expressões da carne pecaminosa, essas estão entre as práticas que podem também ser expressões da atividade demoníaca na vida das pessoas. A Esquizofrenia pode ser uma doença mental em alguns, mas em outros pode ser uma possessão dos demônios.

Os anjos possui uma hierarquia, os demônios também tem seus maiorais, "principados e potestades", certamente cidades e regiões são supervisionadas por alguns destes maiorais.

No mundo invisível há conflitos entre os mensageiros de Deus e as forças demoníacas. As orações do Povo de Deus são usadas para restringir as atividades demoníacas e direcionar a ação dos poderes angelicais para controlá-los. (Daniel 10)

Algumas de suas atividades:

1) Tentam subverter o propósito de Deus.
Daniel 10.10-14 ; Apocalipse 16.13-16
2) Tentam estender a autoridade de satanás, cumprindo sua vontade.
Efésios 6.11,12
3) Podem ser usados por Deus na realização de Seus propósitos.
1º Samuel 16.14 e 2º Cor. 12.7
4) Podem causar doenças
Mateus 9.33; Lucas 13.11,16
5) Podem possuir homens
Mateus 4.24
6) Podem possuir animais
Marcos 5.13
7) Opõe ao crescimento dos filhos de Deus
Efésios 6.12
8) Disseminam doutrinas falsas
1º Timóteo 4.1

Elias R. de Oliveira

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Presciência de Deus, predestinação e livre-arbítrio humano

  🕊️ 1. Jesus sabia que Judas o trairia? Sim, Jesus sabia. A Bíblia deixa claro que Jesus sabia de antemão que Judas o trairia: ...