Texto Áureo: Rm. 12.7 - Leitura Bíblica: Ne. 1.5-11
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsidioEBD
Objetivo: Destacar para os alunos que somente com líderes verdadeiramente chamados por Deus e comprometidos com a Sua obra é que a Igreja de Cristo poderá cumprir integralmente a missão que lhe confiou o Senhor.
INTRODUÇÃO
É chegado o final de mais um trimestre na nossa querida Escola Bíblica Dominical. Tivemos a oportunidade de extrair lições do livro de Neemias, a fim de edificar a Igreja de Cristo, em especial os líderes foram ricamente instruídos a respeito de como responder biblicamente em períodos de crise espiritual. Nesta última lição atentaremos para as características da liderança de Neemias, com destaque para a sua integridade.
1. NEEMIAS, UM LÍDER ÍNTEGRO
Neemias é um líder íntegro, isto é, que não se deixa cooptar por interesses que não sejam aqueles da obra de Deus. Nestes dias, marcados por pessoas que facilmente se vendem, precisamos aprender com o estilo de liderança desse servo de Deus. Ele ocupava um cargo de prestígio perante o rei Artaxerxes, como copeiro mor, a serviço do monarca como amigo e confidente. Mas estava consciente de que aquela posição o ensejava a servir ao Senhor, o Deus de Israel, por isso, se opôs frontalmente a tudo que ia de encontro à Palavra de Deus. Ele se mostrou transparente no uso dos recursos financeiros para a execução dos trabalhos (Ne. 5.9-12) e se opôs ao casamento misto, reconhecendo que esse comprometia os ideais estabelecidos pelo Senhor (Ne. 13.25). Neemias demonstrou coragem diante das crises porque desfrutava de profunda comunhão com Deus. Ele não se apartava da oração, várias vezes lemos no livro que leva o seu nome que ele orou ao Senhor. O compromisso com a Torah também o conduziu a realizar as reformas que se fizeram necessárias. Acima de qualquer coisa, seu objetivo principal era glorificar a Deus, adorá-LO, como forma de mostrar que havia disposição para observar os Seus mandamentos (Ne. 1.5; 12.27). A liderança cristã tem muito a aprender com Neemias, no contexto brasileiro, em que a corrupção é tida como algo normal, é hora de despertar, precisamos de líderes que não tenham outro propósito em mente senão o de fazer a vontade de Deus. Integridade não é uma mera questão de reputação, mas de caráter. É bem provável que alguém seja visto, e até invista no marketing pessoal, seja de boa reputação, mas é necessário mais que isso, é preciso ser sincero, agir em conformidade com os princípios bíblicos, em toda e qualquer ocasião. A reputação é o que as pessoas são capazes de ver em nós, caráter é o que Deus testemunha a nosso respeito.
2. NEEMIAS, UM LÍDER QUE COMPARTILHA
Em Ne. 13.12,13, observamos que Neemias, ao saber do que havia acontecido em Judá, durante a sua ausência, ele tomou as decisões cabíveis a fim de reverter a situação. Ele escolheu, a princípio, pessoas que o ajudassem na coleta dos dízimos para a sustentação dos levitas (Ne. 10.37). Ele não era um líder centralizador, não coloca os holofotes sobre si mesmo, como fazem os “papas” do movimento pseudopentecostal (chamados por alguns de um neopentecostal). Ele não tinha receio de ser ofuscado, por isso, contou com o auxílio de um levita, um escriba, um sacerdote e um administrador. Isso porque Eliasibe, um dos principais entre judeus, na condição de sacerdote, estava utilizando o cargo para fins indevidos, com vistas a obter benefícios pessoais. Nem todos conseguem lidar com o dinheiro, as pessoas podem ser facilmente tentadas a agir corruptamente no trato dos bens que não lhes pertence. De vez em quando a impressa publica casos de políticos que se apropriem de bens públicos que deveriam estar sendo investidos na educação, saúde e segurança de qualidade. Na igreja isso também acontece, líderes fraudulentos fazem fortuna e vivem regaladamente com o dinheiro dos fiéis, enquanto a vasta maioria padece na pobreza e necessidade extrema. A escolha dos homens de Neemias, com os quais ele agiu para fazer as mudanças, tinha como critério a crédito que esses tinham perante o povo (Ne. 13.13). As escolhas de Deus, semelhantemente ao que ocorreu com Davi, não levam em conta os atributos exteriores, se a pessoa é rica ou pobre, se é de aparência agradável ou desprezível, pois Ele vê o interior, as intenções do coração (I Sm. 16.6,7; 17.28-30). Por esse motivo Paulo apresenta, ao jovem pastor Timóteo e a Tito, uma série de critérios para o exercício da liderança na igreja (I Tm. 3.1-13; 6.11-12; II Tm. 2.22-26; Tt. 1.6-9).
3. NEEMIAS, UM LÍDER EFICIENTE
A palavra da moda no contexto empresarial é “eficiência”, os modelos de liderança importado desse modelo incentiva os líderes a serem produtivos. Na igreja, o conceito de eficiência deva ser avaliado à luz da Escritura. O pragmatismo que contaminou as igrejas evangélicas tem levados muitos líderes a assumirem padrões anticristãos, visando o crescimento sob qualquer custo. O maquiavelismo se tornou tão evidente que, em alguns casos, os fins justificam os meios. Neemias estava ciente de que algumas tarefas precisavam ser feitas, e que cada um deveria assumir sua responsabilidade diante das demandas. Mas essas não poderiam ser satisfeitas de qualquer modo. As características de cada pessoa seriam respeitadas, para tanto, a provisão para realizá-las também seria disponibilizada (Ne. 13.30,31). De nada adiantará colocar a pessoa errada no lugar certo, ou mesmo a pessoa certa sem lhe dar as devidas condições para a realização do trabalho. A cultura do improviso também é problemática, é preciso ter tempo para planejamento, e etapas que devam ser observadas e respeitadas para a supervisão da obra. O segredo da eficiência de Neemias, diferentemente da do modelo empresarial, estava no seu contato com Deus. Conforme já ressaltamos anteriormente, ele era um homem de oração (Ne. 1.4-11; 2.4; 4.4,5; 5.19; 6.14). Ele agia em conformidade com a sua intimidade com Deus, Ele poderia chamar ao Deus de Israel de “meu Deus” (Ne. 13.14), nem todos podem fazer o mesmo, inclusive alguns líderes que perderam a fé, estão nos púlpitos apenas mantendo o emprego. As decisões de Neemias eram motivadas pela aprovação de Deus, seu maior desejo é cumprir a vontade dAquele que o chamou (Ne. 13.14, 29). A eficiência ministerial do obreiro deva ser a aprovação de Deus, a fim de que esse não tenha do que se envergonhar, para tanto, deva manejar bem a palavra da verdade (II Tm. 2.15).
CONCLUSÃO
Integridade é uma palavra-chave no ministério cristão, principalmente nestes tempos de crise. O movimento pseudopentecostal, que será estudado a partir do próximo trimestre, desvirtuou o chamado para a obra do Senhor. O uso irresponsável de passagens bíblicas tem alimentado padrões de liderança que nada têm a ver com aquele ensinado por Jesus e seus discípulos. Mas louvamos a Deus por homens [e mulheres] como Neemias, que, nestes dias difíceis, não se furtam de pregar todo o conselho de Deus, e como Paulo, estão cientes do Seu chamado e que prestarão contas pelo ao Senhor pelo modo como o exerceram (At. 20.26,27).
BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. England: Inter-Versity Press, 1998.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
1 Pe 3.15 Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós, Blog 100% Cristão
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
As Consequências do Jugo Desigual - Pr. Geraldo Carneiro Filho
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 12 - DATA: 18/12/2011
TÍTULO: “AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL”
TEXTO ÁUREO – II Cor 6:14
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ne 13:23-29
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
O namoro é um jugo de comunhão que pode se transformar em casamento. Por isso, não entre na idéia de que poderá namorar um (a) incrédulo (a) só para passar o tempo e que, na hora em que resolver se casar, procurará um (a) jovem crente. Não se iluda, também, pensando que vai ganhá-lo (a) para Jesus. Será mais fácil o incrédulo arrastar o crente para o mundo, pois, ao começar o namoro com um jugo desigual, já se deu o primeiro passo naquela direção. Assim, guardemos o seguinte: O NAMORO NUNCA FOI MÉTODO UTILIZADO PARA SE EVANGELIZAR E DE SE ALCANÇAR ALMAS PARA CRISTO!
II - DUAS QUESTÕES DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA E QUE TEM SIDO CAUSA DO FRACASSO DE MUITOS CASAMENTOS:
(1) – O JUGO DESIGUAL: - II Cor 6:14 - Esta questão do “jugo desigual” que, antigamente, era levada muito a sério, principalmente, pelos pais crentes, hoje caiu de importância, sendo aceito, ou tolerado. Todavia, Deus continua não aceitando a mistura entre justos e ímpios; entre o mundo e a Igreja (Dt 7:2-4). Num Casamento Cristão o jugo desigual tem que ser evitado.
Os círculos de oração, com muita frequência, são procurados por pessoas que, embora conhecessem a verdade, casaram-se com incrédulos e, por isso, vivem amarguradas e cheias de problemas.
Ainda que, depois de casados, o salvo consiga manter-se na Igreja, sem que o outro se importe, haverá muitas divergências. Portanto, tenha cuidado com o jugo desigual!
Conta-se que uma senhorita visitou, certa vez, Spurgeon e lhe apresentou o seguinte argumento:
- “Eu posso ganhar meu pretendido, que não é crente, para Cristo”.
Como resposta, Spurgeon mandou-a sentar-se sobre uma mesa.
Espantada, a moça fez o que ele pediu.
Depois, Spurgeon solicitou que a moça o erguesse do chão para o alto da mesa. Disse ela:
- “Impossível!”
Disse, então, o homem de Deus:
- “Exatamente! Mas eu posso puxá-la para baixo.”
Dito e feito! Em segundos, a moça encontrava-se no chão.
Com toda a gravidade, aquele servo de Deus advertiu aquela moça:
- “Se desobedecer a Palavra de Deus, você jamais levantará o seu namorado incrédulo; mas ele, sim, a fará cair em fração de segundos”.
Dois não podem andar juntos, a menos que estejam de acordo! Por isso: CUIDADO COM O JUGO DESIGUAL!.
(1.1) – O JUGO DESIGUAL ENTRE CRENTES: - O jugo desigual pode existir, também, no Casamento entre os próprios Crentes. Isto porque, de acordo com A Palavra de Deus, existem os crentes salvos, as virgens prudentes, o trigo, os peixes bons, as árvores boas que produzem frutos bons.
Porém, existem também os crentes não salvos, as virgens loucas, o joio, os peixes ruins, as árvores ruins que produzem frutos ruins.
Assim, só Deus, que conhece os corações, poderá, em resposta à oração, livrar Seus filhos de um jugo desigual dentro da própria Igreja.
Para casar-se, portanto, mesmo que entre crentes, não se pode dispensar a oração.
(2) – CASAMENTO ENTRE “OS VASOS DO SENHOR” – Este é um erro que também pode e deve ser evitado.
Este tipo de casamento acontece quando o “irmão em Cristo” casa-se com a “irmã em Cristo”; quando é realizado, apenas, com base nas afinidades espirituais, ou “no amor ágape”, que é o amor de Deus existente entre eles.
Neste caso, o “irmão em Cristo” (que é uma bênção) não consegue enxergar a esposa/mulher, a companheira, a cônjuge; ele só vê “o vaso do Senhor”, “o instrumento que Deus usa”!
Da mesma forma, a “irmã em Cristo” (que também é uma bênção), não vê o marido/homem, o esposo, o cônjuge; só consegue enxergar o “irmão em Cristo”, “o vaso do Senhor”, “o instrumento usado por Deus”.
Isto acontece porque o amor espiritual existente entre eles (o amor “ágape”), não gera desejo carnal.
Se resolverem casar, sem consultar a Deus, este casamento tem tudo para dar errado. Não havendo o “Eros”, que é o amor carnal, que gera desejo sexual, o relacionamento sexual será prejudicado e o Casamento poderá ser desfeito.
Quando isto acontece, muitos se surpreendem, e dizem:
- “Não é possível! Os dois eram uma bênção! O Casamento tinha tudo para dar certo!”
Todavia, quem conhece A Palavra de Deus, sabe que aquele Casamento tinha tudo para dar errado! Os dois eram uma bênção… e continuariam sendo, se não tivessem casado! As “duas bênçãos”, os “dois vasos”, os “dois instrumentos usados por Deus” se casaram e não deu certo. Por que?
Porque ele não viu a esposa/mulher que estava na “irmã em Cristo”; ela também não viu o esposo/homem que estava no “irmão em Cristo”!
Quando, depois de casados, ela descobriu o homem que agora era seu esposo, e ele descobriu a mulher, que agora era sua esposa, constataram que não havia amor carnal para uni-los sexualmente. O “irmão em Cristo” tinha se casado com a “irmã em Cristo” e vice-versa! Deu errado! Certamente que daria errado!
Aos olhos dos outros, parece que são felizes! Mas não são! Pior ainda: Muitas vezes, deixam de ser uma bênção, deixam de ser um vaso, deixam de ser um instrumento usado por Deus!
Para dar certo, o “irmão em Cristo” tem que casar com uma mulher que será sua esposa e, ao mesmo tempo, será sua “irmã em Cristo”. Da mesma sorte, a “irmã em Cristo” tem que casar com um homem que será seu esposo e, ao mesmo tempo, seu “irmão em Cristo”. É preciso que o homem veja a mulher que está na irmã e que a mulher veja o homem que está no irmão. Que sintam atração física um pelo outro.
Casar por ter dó do irmão, está errado! Casar por ter dó da irmã, está errado! Casar sem atração física, está errado!
Crente precisa casar com Crente! Mas não se casa só por ser crente, só pelo fato de ser membro de uma mesma Igreja. Não se casa, apenas, por ter afinidades espirituais.
Pretender casar-se porque o irmão, ou a irmã é uma bênção, porque é um Obreiro, um Professor de Escola Dominical, porque os dois cantam juntos, porque têm comunhão, prazer em estar um perto do outro …tudo isto não basta!
Para que um Casamento possa dar certo, e cumprir seus propósitos, é preciso que haja entre o casal as três expressões do amor:
(1) – O AMOR “ÁGAPE” = O AMOR DIVINO;
(2) – O AMOR “EROS” = O AMOR CARNAL; e
(3) – O AMOR “PHILIS” = O AMOR AMIZADE ou SOCIAL.
III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
II Cor 6:14-18; 7:1 – “NÃO VOS PONHAIS EM JUGO DESIGUAL”
(1) – As razões para isso são:
(a) – A justiça e a injustiça não têm nada em comum
(b) – A luz e as trevas não têm comunhão
(c) – Cristo e o maligno não têm harmonia
(d) – O crente e o incrédulo nada têm em comum
(e) – Deus proíbe, por uma ordem direta.
(2) – A advertência divina diz:
(a) – Retirai-vos do meio deles
(b) – Separai-vos do mundo
(c) – Não toqueis em cousas impuras
(3) – As maravilhosas promessas:
(a) – Receber-vos-ei
(b) – Serei vosso Pai
(c) – Sereis para mim filhos e filhas
FONTES DE CONSULTA:
1) A Santidade do Sexo – Editora Fiel - Frank Lawes e Stephen Olford
2) Sexo e Casamento – Editora fiel – M. Capper e M. Williams
3) Mil Esboços Bíblicos – Editora Evangélica Esperança – Georg Brinke
4) Responda-me, por favor – CPAD – Marta Doreto de Andrade e Claudionor Corrêa de Andrade
IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM ENGENHOCA
NITERÓI - RJ
LIÇÃO Nº 12 - DATA: 18/12/2011
TÍTULO: “AS CONSEQUENCIAS DO JUGO DESIGUAL”
TEXTO ÁUREO – II Cor 6:14
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Ne 13:23-29
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e-mail: geluew@yahoo.com.br
blog: http://pastorgeraldocarneirofilho.blogspot.com/
I – INTRODUÇÃO:
O namoro é um jugo de comunhão que pode se transformar em casamento. Por isso, não entre na idéia de que poderá namorar um (a) incrédulo (a) só para passar o tempo e que, na hora em que resolver se casar, procurará um (a) jovem crente. Não se iluda, também, pensando que vai ganhá-lo (a) para Jesus. Será mais fácil o incrédulo arrastar o crente para o mundo, pois, ao começar o namoro com um jugo desigual, já se deu o primeiro passo naquela direção. Assim, guardemos o seguinte: O NAMORO NUNCA FOI MÉTODO UTILIZADO PARA SE EVANGELIZAR E DE SE ALCANÇAR ALMAS PARA CRISTO!
II - DUAS QUESTÕES DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA E QUE TEM SIDO CAUSA DO FRACASSO DE MUITOS CASAMENTOS:
(1) – O JUGO DESIGUAL: - II Cor 6:14 - Esta questão do “jugo desigual” que, antigamente, era levada muito a sério, principalmente, pelos pais crentes, hoje caiu de importância, sendo aceito, ou tolerado. Todavia, Deus continua não aceitando a mistura entre justos e ímpios; entre o mundo e a Igreja (Dt 7:2-4). Num Casamento Cristão o jugo desigual tem que ser evitado.
Os círculos de oração, com muita frequência, são procurados por pessoas que, embora conhecessem a verdade, casaram-se com incrédulos e, por isso, vivem amarguradas e cheias de problemas.
Ainda que, depois de casados, o salvo consiga manter-se na Igreja, sem que o outro se importe, haverá muitas divergências. Portanto, tenha cuidado com o jugo desigual!
Conta-se que uma senhorita visitou, certa vez, Spurgeon e lhe apresentou o seguinte argumento:
- “Eu posso ganhar meu pretendido, que não é crente, para Cristo”.
Como resposta, Spurgeon mandou-a sentar-se sobre uma mesa.
Espantada, a moça fez o que ele pediu.
Depois, Spurgeon solicitou que a moça o erguesse do chão para o alto da mesa. Disse ela:
- “Impossível!”
Disse, então, o homem de Deus:
- “Exatamente! Mas eu posso puxá-la para baixo.”
Dito e feito! Em segundos, a moça encontrava-se no chão.
Com toda a gravidade, aquele servo de Deus advertiu aquela moça:
- “Se desobedecer a Palavra de Deus, você jamais levantará o seu namorado incrédulo; mas ele, sim, a fará cair em fração de segundos”.
Dois não podem andar juntos, a menos que estejam de acordo! Por isso: CUIDADO COM O JUGO DESIGUAL!.
(1.1) – O JUGO DESIGUAL ENTRE CRENTES: - O jugo desigual pode existir, também, no Casamento entre os próprios Crentes. Isto porque, de acordo com A Palavra de Deus, existem os crentes salvos, as virgens prudentes, o trigo, os peixes bons, as árvores boas que produzem frutos bons.
Porém, existem também os crentes não salvos, as virgens loucas, o joio, os peixes ruins, as árvores ruins que produzem frutos ruins.
Assim, só Deus, que conhece os corações, poderá, em resposta à oração, livrar Seus filhos de um jugo desigual dentro da própria Igreja.
Para casar-se, portanto, mesmo que entre crentes, não se pode dispensar a oração.
(2) – CASAMENTO ENTRE “OS VASOS DO SENHOR” – Este é um erro que também pode e deve ser evitado.
Este tipo de casamento acontece quando o “irmão em Cristo” casa-se com a “irmã em Cristo”; quando é realizado, apenas, com base nas afinidades espirituais, ou “no amor ágape”, que é o amor de Deus existente entre eles.
Neste caso, o “irmão em Cristo” (que é uma bênção) não consegue enxergar a esposa/mulher, a companheira, a cônjuge; ele só vê “o vaso do Senhor”, “o instrumento que Deus usa”!
Da mesma forma, a “irmã em Cristo” (que também é uma bênção), não vê o marido/homem, o esposo, o cônjuge; só consegue enxergar o “irmão em Cristo”, “o vaso do Senhor”, “o instrumento usado por Deus”.
Isto acontece porque o amor espiritual existente entre eles (o amor “ágape”), não gera desejo carnal.
Se resolverem casar, sem consultar a Deus, este casamento tem tudo para dar errado. Não havendo o “Eros”, que é o amor carnal, que gera desejo sexual, o relacionamento sexual será prejudicado e o Casamento poderá ser desfeito.
Quando isto acontece, muitos se surpreendem, e dizem:
- “Não é possível! Os dois eram uma bênção! O Casamento tinha tudo para dar certo!”
Todavia, quem conhece A Palavra de Deus, sabe que aquele Casamento tinha tudo para dar errado! Os dois eram uma bênção… e continuariam sendo, se não tivessem casado! As “duas bênçãos”, os “dois vasos”, os “dois instrumentos usados por Deus” se casaram e não deu certo. Por que?
Porque ele não viu a esposa/mulher que estava na “irmã em Cristo”; ela também não viu o esposo/homem que estava no “irmão em Cristo”!
Quando, depois de casados, ela descobriu o homem que agora era seu esposo, e ele descobriu a mulher, que agora era sua esposa, constataram que não havia amor carnal para uni-los sexualmente. O “irmão em Cristo” tinha se casado com a “irmã em Cristo” e vice-versa! Deu errado! Certamente que daria errado!
Aos olhos dos outros, parece que são felizes! Mas não são! Pior ainda: Muitas vezes, deixam de ser uma bênção, deixam de ser um vaso, deixam de ser um instrumento usado por Deus!
Para dar certo, o “irmão em Cristo” tem que casar com uma mulher que será sua esposa e, ao mesmo tempo, será sua “irmã em Cristo”. Da mesma sorte, a “irmã em Cristo” tem que casar com um homem que será seu esposo e, ao mesmo tempo, seu “irmão em Cristo”. É preciso que o homem veja a mulher que está na irmã e que a mulher veja o homem que está no irmão. Que sintam atração física um pelo outro.
Casar por ter dó do irmão, está errado! Casar por ter dó da irmã, está errado! Casar sem atração física, está errado!
Crente precisa casar com Crente! Mas não se casa só por ser crente, só pelo fato de ser membro de uma mesma Igreja. Não se casa, apenas, por ter afinidades espirituais.
Pretender casar-se porque o irmão, ou a irmã é uma bênção, porque é um Obreiro, um Professor de Escola Dominical, porque os dois cantam juntos, porque têm comunhão, prazer em estar um perto do outro …tudo isto não basta!
Para que um Casamento possa dar certo, e cumprir seus propósitos, é preciso que haja entre o casal as três expressões do amor:
(1) – O AMOR “ÁGAPE” = O AMOR DIVINO;
(2) – O AMOR “EROS” = O AMOR CARNAL; e
(3) – O AMOR “PHILIS” = O AMOR AMIZADE ou SOCIAL.
III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
II Cor 6:14-18; 7:1 – “NÃO VOS PONHAIS EM JUGO DESIGUAL”
(1) – As razões para isso são:
(a) – A justiça e a injustiça não têm nada em comum
(b) – A luz e as trevas não têm comunhão
(c) – Cristo e o maligno não têm harmonia
(d) – O crente e o incrédulo nada têm em comum
(e) – Deus proíbe, por uma ordem direta.
(2) – A advertência divina diz:
(a) – Retirai-vos do meio deles
(b) – Separai-vos do mundo
(c) – Não toqueis em cousas impuras
(3) – As maravilhosas promessas:
(a) – Receber-vos-ei
(b) – Serei vosso Pai
(c) – Sereis para mim filhos e filhas
FONTES DE CONSULTA:
1) A Santidade do Sexo – Editora Fiel - Frank Lawes e Stephen Olford
2) Sexo e Casamento – Editora fiel – M. Capper e M. Williams
3) Mil Esboços Bíblicos – Editora Evangélica Esperança – Georg Brinke
4) Responda-me, por favor – CPAD – Marta Doreto de Andrade e Claudionor Corrêa de Andrade
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
O Dia de Adoração e Serviço a Deus - Pr. Geraldo Carneiro Filho
I – INTRODUÇÃO:
Sabemos que a guarda do sábado era um sinal da aliança de Deus com Israel. Na Nova Aliança, porém, a morte vicária de Jesus fez com que as exigências cerimoniais da lei fossem canceladas. Para os cristãos, o domingo é o dia de adoração e serviço a Deus.
II. DEUS ORDENA A GUARDA DO SÁBADO:
(1) - Uma ordenança divina para os israelitas:
(a) - Trata-se de uma ordenança contida no Decálogo (Êx 20.1-8; 31.13).
(b) - No sétimo dia da semana, o povo de Israel, além de repousar de seus trabalhos, se consagrava para servir e adorar ao Senhor.
(c) - Semelhantemente, a Igreja adotou, desde o primeiro século, um dia no qual se dedica a Deus e à sua obra: o domingo, dia da ressurreição do Senhor (At 20.7; Mc 16.2,9; 1 Co 16.2; Ap 1.10).
(2) - Um sinal entre Deus e o seu povo:
(a) - Deus ordenou a guarda do sábado como um sinal de seu pacto e de seu relacionamento com Israel (Êx 16.26-29; 31.12-17).
(b) - Não guardar o sábado significava quebrar a aliança mosaica (Is 56.4-6; Êx 31.15).
(c) - Hoje, não cultuar a Deus no domingo — considerado “o dia do Senhor” — ou em outro dia aprazível não denota quebra de pacto com o Senhor, mas revela negligência (Ef 5.14-16).
(3) - Os propósitos divinos da guarda do sábado:
(a) - Proporcionar um dia de repouso (Êx 16.29,30; Ne 13.19). O termo “sábado” (hb. shãbath) designa, literalmente, “interceptar”, “interromper”. Implica uma cessação completa de uma atividade (cf. Gn 2.1-3). Nenhum trabalho devia ser realizado pelos israelitas no sábado (Êx 16.23; 35.2,3; Jr 17.22; Mc 16.1). O comércio estava proibido (Am 8.5).
(b) - Propiciar um dia de adoração e serviço (Lv 23.3; 25.4; Nm 28.9; Dt 5.12; Ez 46.3,12; Lc 4.31; 13.10).
(c) - Levar o povo a se lembrar de que Deus os libertara da escravidão do Egito (Dt 5.15).
(d) - O repouso do sábado tipifica o nosso repouso futuro (Hb 4.4,9,10).
III. O DESCUMPRIMENTO DA LEI MOSAICA NO TEMPO DE NEEMIAS:
(1) - O desrespeito pela guarda do sábado:
(a) - Houve iniquidade, nos dias de Neemias, pois cada israelita sabia que não devia violar a lei mosaica e que isso lhes traria todo tipo de maldições (Lv 26.13-33).
(b) - Nós, hoje, além de dedicarmos pelo menos um dia para adorar e servir ao Senhor, devemos cultuá-lo continuamente (Sl 34.1; 1 Ts 5.17). Não confunda reunião coletiva com culto individual. Este é contínuo; nunca termina.
(2) - A ganância dos mercadores:
(a) - Neemias protestou contra os negociantes que profanavam o sábado (Ne 13.20,21).
(b) - Muitos maus e falsos obreiros, hoje, violam os mandamentos de Deus por causa da ganância e mercadejam a Palavra do Senhor (2 Co 2.17, ARA; 1 Tm 6.10; 2 Pe 2.1,2).
(3) - Neemias proíbe o comércio no sábado:
(a) - Ele ordenou o fechamento dos portões desde a sexta-feira, ao pôr-do-sol, até o fim do sábado. Também ameaçou os comerciantes e os afugentou (Ne 13.19-21).
(b) - Como servos do Senhor, devemos fechar alguns “portões”, para que o Inimigo e seus agentes não nos façam pecar contra Deus (Ef 4.27; 1 Pe 5.8).
IV. A GUARDA DO SÁBADO EM O NOVO TESTAMENTO:
Pelo testemunho das Escrituras, podemos observar que dos dez mandamentos registrados em Ex 20, o Novo Testamento ratifica apenas nove, excetuando o quarto mandamento, que trata da guarda do sábado. Desta forma, o Novo Testamento repete, pelo menos:
(A) – 50 vezes o dever de adorar só a Deus;
(B) – 12 vezes a advertência contra a idolatria;
(C) – 4 vezes o dever do filho honrar a seus pais;
(D) – 6 vezes a advertência contra o homicídio;
(E) – 12 vezes a advertência contra o adultério;
(F) – 6 vezes a advertência contra o falso testemunho;
(G) – 9 vezes a advertência contra a cobiça.
(H) – Nenhuma vez a guarda do sábado
Vejamos mais:
(1) - A essência do dia de descanso:
(a) - Precisamos de pelo menos um dia semanal de descanso, a fim de cuidar do “templo do Espírito Santo” (1 Co 3.16,17; 6.19,20).
(b) - Deus prioriza o espírito, mas valoriza o corpo (1 Ts 5.23; 1 Tm 2.9; 4.8,16).
(2) - Jesus e o dia de descanso:
(a) - O Senhor Jesus é o Senhor do sábado (Mc 2.26-28).
(b) - Jesus disse que o sábado foi feito por causa do homem, e não este por causa daquele (Mc 2.27). Logo, temos domínio sobre o sábado.
(c) - Nesse período da graça, não precisamos guardar o sábado de descanso, como os israelitas, mas devemos reservar pelo menos um dia para nosso repouso.
V - O CRISTÃO DEVE GUARDAR O SÁBADO?
É possível se cumprir a lei sem se guardar o sábado? A resposta a esta pergunta é dada quando estudamos a vida e o ministério terreno de Jesus. Ele mesmo disse: M5 5:17-18.
Ainda mais: podemos meditar nas seguintes observações, que designamos como RAZÕES POR QUE NÃO GUARDO O SÁBADO:
(1ª) - Não há nenhuma menção na Bíblia de alguém guardar o Sábado antes da Lei de Moisés. Segundo alguns comentaristas, no único livro canônico escrito antes de Moisés (o livro de Jó), não aparece. Jó era tão justo que Deus lança no rosto de Satanás — então guardar o Sábado não fazia parte da justiça de Deus, na época.
(2ª) - A marcha de Elim a Sim (uns 35 km, no deserto) se deu num sábado. O sábado seguinte foi o primeiro a ser guardado (Ex. 16:1-35 cf Ne 9:13-14.
(3ª) - O Sábado era um sinal entre Deus e Israel; nunca foi imposto aos Gentios (Ex. 31:12-17, Ez 20:10-12).
(4ª) - A própria Lei era uma aliança entre Deus e Israel (Ex. 19:5, 20:2), aceita pelo povo (Ex. 24:3), e que nada tinha a ver com os Gentios.
(5ª) - Jeremias 31:31-33 fala de uma nova aliança, escrita nos corações, não em tábuas de pedra.
Leiamos as seguintes passagens bíblicas e reparemos:
II Cor. 3:3,6-8 e Heb. 8:10,13 (‘envelheceu’) – Aqui fica claro que o Evangelho de Cristo tem a ver com essa nova aliança. A “nova” torna a primeira obsoleta.
Hb 7:12 (mudou) - se o sacerdócio mudou, necessariamente mudou a lei também.
Hb 7:18 (‘ab-rogado’)
Hb 7:22, 28 (‘depois da lei’);
Hb 8:6 - 9:5 e 10:9 (‘tira o primeiro’).
(6ª) - Em Marcos 2:27-28, Jesus, que é Senhor/Dono do Sábado, esclarece: o Sábado veio a existir por causa do homem, não o contrário. Na condição de Senhor/Dono, Jesus pôde mudar as regras, ou mesmo anular. Aliás, são vários os textos que levam a entender que o Dono do Sábado de fato o aboliu, pelo menos no que diz respeito à Igreja — Atos 15:24-29; Gal. 2:11-19; 3:10-13,19,24-25; 4:24-5:1; 5:18; Ef. 2:15; Col. 2:14.
(7ª) - Jesus não menciona o Sábado no Cenáculo, tampouco nas aparições após Sua ressurreição. Aliás, não consta em nenhum mandamento proferido por Jesus a Seus discípulos. Ou seja: JESUS CRISTO NUNCA ORDENOU A NINGUÉM QUE GUARDASSE O SÁBADO - Jo 5:16-18
Em João 15:10 Ele disse: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor.” - Então podemos permanecer no amor de Cristo sem guardar o Sábado, pois não consta entre os Seus mandamentos.
(8ª) - O caráter moral de Deus não muda.
Em 1 Cor. 6:9-10, Efésios 5:5 e Apoc. 21:8 encontramos relações dos tipos de pessoa que não entrarão no Reino de Deus. Aí estão pecados relacionados a cada um dos dez mandamentos, exceção feita ao quarto (guardar o Sábado).
Logo, guardar o Sábado não é mais condição para entrar no Reino, exatamente por não ser uma questão moral.
(9ª) - Além do Senhor Jesus ressurreto aparecer aos Apóstolos reunidos no domingo pelo menos duas vezes, algumas passagens bíblicas apontam para um uso rotineiro do domingo por parte dos Cristãos - Atos 20:7, 1 Cor. 16:2 e Apoc. 1:10.
(10ª) - O Concílio que houve em Jerusalém, relatado em Atos 15, tratou exatamente da questão de, até que ponto os cristãos gentílicos deveriam obedecer a lei de Moisés. Reparemos que a questão da guarda do Sábado ficou fora; não consta na lista das quatro coisas que foram cobradas.
At 15:28 - “Pareceu bem ao Espírito Santo” - A decisão foi de inspiração divina, e portanto de autoridade divina. Se o Espírito Santo não cobra mais o Sábado, quem entre nós tem autoridade para cobrá-lo?
(11ª) - A igreja primitiva guardava o domingo e não o sábado - At 26:6-7; I Cor 16:1-2.
(12ª) - Os grandes acontecimentos do cristianismo não se deram no sábado, mas no domingo - Mt 28:1-10; Mc 16:9-11; Lc 24:13-35; Jo 20:1, 11, 19, 26; (Lv 23:16 cf At 2:1-13); At 2:14, 41; Apc 1:10
(13ª) - O apóstolo Paulo diz que ninguém deve julgar alguém que não guarda o sábado, porque todos os dias são iguais - Rm 14:4-6; Cl 2:16-17. Logo, o sábado não pode ser norma; a escolha do dia fica a critério de cada indivíduo.
VI- CONSIDERAÇÕES FINAIS:
De forma bem sintetizada, podemos tecer as seguintes considerações finais:
(A) - Igreja não está sob o jugo da lei mosaica (Rm 6.14; Jo 1.17). Dos dez mandamentos mencionados em Êxodo 20, nove deles são repetidos no Novo Testamento — alguns foram modificados por Jesus (Mt 5.21-28). Entretanto, não há menção à necessidade de observar a guarda do sábado. Observemos o quadro abaixo:
1° MANDAMENTO - Ex 20:2-3
NO NOVO TESTAMENTO - I Cor 8:4-6; At 17:23-31
2° MANDAMENTO - Ex 20:5-6
NO NOVO TESTAMENTO - I Jo 5:21
3º MANDAMENTO - Ex 20:7
NO NOVO TESTAMENTO - Tg 5:12
4º MANDAMENTO - Ex 20:8-11
NO NOVO TESTAMENTO - ????????????
5º MANDAMENTO - Ex 20:13
NO NOVO TESTAMENTO - Ef 6:1-3
6º MANDAMENTO - Ex 20:13
NO NOVO TESTAMENTO - Rm 13:9
7º MANDAMENTO - Ex 20:14
NO NOVO TESTAMENTO - I Cor 6:9-10
8º MANDAMENTO - Ex 20:15
NO NOVO TESTAMENTO - Ef 4:28
9° MANDAMENTO - Ex 20:16
NO NOVO TESTAMENTO - Cl 3:9; Tg 4:11
10º MANDAMENTO - Ex 20:17
NO NOVO TESTAMENTO - Ef 5:3
(B) - Guardamos o domingo, por assim dizer, como um dia de adoração, estudo da Palavra e evangelização, etc. (At 20.7; 1 Co 16.2). Mas o domingo nunca teve para o cristianismo o mesmo peso que o sábado observado pelos israelitas. Afinal, o cristianismo não é cerimonialista (Gl 4).
(C) - Depois do brado da vitória na cruz (Jo 19.30), as exigências cerimoniais da lei mosaica foram definitivamente canceladas (Cl 2.14-16).
Assim:
Se alguém quer observar sábado, pode;
Se alguém quer observar domingo, pode;
Se alguém quer observar quarta-feira, pode; etc.
Contudo, segundo Heb. 10:25, havemos de nos reunir regularmente e, para esse efeito, tem que haver consenso, obviamente. Desde a ressurreição de Cristo, o consenso geral das igrejas ditas cristãs tem sido reunir-se aos domingos. É o dia do Senhor, que comemora a nova criação, a nova aliança e deve ser considerado o dia para adoração e serviço a Deus.
FONTES DE CONSULTA:
Lições Bíblicas CPAD – 1º Trimestre de 1986 – Comentarista: Raimundo Ferreira de Oliveira
Estudo Bíblico: “Sábado X Domingo” - Dr. Gilberto Pickering
Subsídio para a lição EBD - 4º trimestre de 2011 – Elaboração: Moises Lopes - SECRETARIA GERAL ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - SUMARÉ/SP
Sabemos que a guarda do sábado era um sinal da aliança de Deus com Israel. Na Nova Aliança, porém, a morte vicária de Jesus fez com que as exigências cerimoniais da lei fossem canceladas. Para os cristãos, o domingo é o dia de adoração e serviço a Deus.
II. DEUS ORDENA A GUARDA DO SÁBADO:
(1) - Uma ordenança divina para os israelitas:
(a) - Trata-se de uma ordenança contida no Decálogo (Êx 20.1-8; 31.13).
(b) - No sétimo dia da semana, o povo de Israel, além de repousar de seus trabalhos, se consagrava para servir e adorar ao Senhor.
(c) - Semelhantemente, a Igreja adotou, desde o primeiro século, um dia no qual se dedica a Deus e à sua obra: o domingo, dia da ressurreição do Senhor (At 20.7; Mc 16.2,9; 1 Co 16.2; Ap 1.10).
(2) - Um sinal entre Deus e o seu povo:
(a) - Deus ordenou a guarda do sábado como um sinal de seu pacto e de seu relacionamento com Israel (Êx 16.26-29; 31.12-17).
(b) - Não guardar o sábado significava quebrar a aliança mosaica (Is 56.4-6; Êx 31.15).
(c) - Hoje, não cultuar a Deus no domingo — considerado “o dia do Senhor” — ou em outro dia aprazível não denota quebra de pacto com o Senhor, mas revela negligência (Ef 5.14-16).
(3) - Os propósitos divinos da guarda do sábado:
(a) - Proporcionar um dia de repouso (Êx 16.29,30; Ne 13.19). O termo “sábado” (hb. shãbath) designa, literalmente, “interceptar”, “interromper”. Implica uma cessação completa de uma atividade (cf. Gn 2.1-3). Nenhum trabalho devia ser realizado pelos israelitas no sábado (Êx 16.23; 35.2,3; Jr 17.22; Mc 16.1). O comércio estava proibido (Am 8.5).
(b) - Propiciar um dia de adoração e serviço (Lv 23.3; 25.4; Nm 28.9; Dt 5.12; Ez 46.3,12; Lc 4.31; 13.10).
(c) - Levar o povo a se lembrar de que Deus os libertara da escravidão do Egito (Dt 5.15).
(d) - O repouso do sábado tipifica o nosso repouso futuro (Hb 4.4,9,10).
III. O DESCUMPRIMENTO DA LEI MOSAICA NO TEMPO DE NEEMIAS:
(1) - O desrespeito pela guarda do sábado:
(a) - Houve iniquidade, nos dias de Neemias, pois cada israelita sabia que não devia violar a lei mosaica e que isso lhes traria todo tipo de maldições (Lv 26.13-33).
(b) - Nós, hoje, além de dedicarmos pelo menos um dia para adorar e servir ao Senhor, devemos cultuá-lo continuamente (Sl 34.1; 1 Ts 5.17). Não confunda reunião coletiva com culto individual. Este é contínuo; nunca termina.
(2) - A ganância dos mercadores:
(a) - Neemias protestou contra os negociantes que profanavam o sábado (Ne 13.20,21).
(b) - Muitos maus e falsos obreiros, hoje, violam os mandamentos de Deus por causa da ganância e mercadejam a Palavra do Senhor (2 Co 2.17, ARA; 1 Tm 6.10; 2 Pe 2.1,2).
(3) - Neemias proíbe o comércio no sábado:
(a) - Ele ordenou o fechamento dos portões desde a sexta-feira, ao pôr-do-sol, até o fim do sábado. Também ameaçou os comerciantes e os afugentou (Ne 13.19-21).
(b) - Como servos do Senhor, devemos fechar alguns “portões”, para que o Inimigo e seus agentes não nos façam pecar contra Deus (Ef 4.27; 1 Pe 5.8).
IV. A GUARDA DO SÁBADO EM O NOVO TESTAMENTO:
Pelo testemunho das Escrituras, podemos observar que dos dez mandamentos registrados em Ex 20, o Novo Testamento ratifica apenas nove, excetuando o quarto mandamento, que trata da guarda do sábado. Desta forma, o Novo Testamento repete, pelo menos:
(A) – 50 vezes o dever de adorar só a Deus;
(B) – 12 vezes a advertência contra a idolatria;
(C) – 4 vezes o dever do filho honrar a seus pais;
(D) – 6 vezes a advertência contra o homicídio;
(E) – 12 vezes a advertência contra o adultério;
(F) – 6 vezes a advertência contra o falso testemunho;
(G) – 9 vezes a advertência contra a cobiça.
(H) – Nenhuma vez a guarda do sábado
Vejamos mais:
(1) - A essência do dia de descanso:
(a) - Precisamos de pelo menos um dia semanal de descanso, a fim de cuidar do “templo do Espírito Santo” (1 Co 3.16,17; 6.19,20).
(b) - Deus prioriza o espírito, mas valoriza o corpo (1 Ts 5.23; 1 Tm 2.9; 4.8,16).
(2) - Jesus e o dia de descanso:
(a) - O Senhor Jesus é o Senhor do sábado (Mc 2.26-28).
(b) - Jesus disse que o sábado foi feito por causa do homem, e não este por causa daquele (Mc 2.27). Logo, temos domínio sobre o sábado.
(c) - Nesse período da graça, não precisamos guardar o sábado de descanso, como os israelitas, mas devemos reservar pelo menos um dia para nosso repouso.
V - O CRISTÃO DEVE GUARDAR O SÁBADO?
É possível se cumprir a lei sem se guardar o sábado? A resposta a esta pergunta é dada quando estudamos a vida e o ministério terreno de Jesus. Ele mesmo disse: M5 5:17-18.
Ainda mais: podemos meditar nas seguintes observações, que designamos como RAZÕES POR QUE NÃO GUARDO O SÁBADO:
(1ª) - Não há nenhuma menção na Bíblia de alguém guardar o Sábado antes da Lei de Moisés. Segundo alguns comentaristas, no único livro canônico escrito antes de Moisés (o livro de Jó), não aparece. Jó era tão justo que Deus lança no rosto de Satanás — então guardar o Sábado não fazia parte da justiça de Deus, na época.
(2ª) - A marcha de Elim a Sim (uns 35 km, no deserto) se deu num sábado. O sábado seguinte foi o primeiro a ser guardado (Ex. 16:1-35 cf Ne 9:13-14.
(3ª) - O Sábado era um sinal entre Deus e Israel; nunca foi imposto aos Gentios (Ex. 31:12-17, Ez 20:10-12).
(4ª) - A própria Lei era uma aliança entre Deus e Israel (Ex. 19:5, 20:2), aceita pelo povo (Ex. 24:3), e que nada tinha a ver com os Gentios.
(5ª) - Jeremias 31:31-33 fala de uma nova aliança, escrita nos corações, não em tábuas de pedra.
Leiamos as seguintes passagens bíblicas e reparemos:
II Cor. 3:3,6-8 e Heb. 8:10,13 (‘envelheceu’) – Aqui fica claro que o Evangelho de Cristo tem a ver com essa nova aliança. A “nova” torna a primeira obsoleta.
Hb 7:12 (mudou) - se o sacerdócio mudou, necessariamente mudou a lei também.
Hb 7:18 (‘ab-rogado’)
Hb 7:22, 28 (‘depois da lei’);
Hb 8:6 - 9:5 e 10:9 (‘tira o primeiro’).
(6ª) - Em Marcos 2:27-28, Jesus, que é Senhor/Dono do Sábado, esclarece: o Sábado veio a existir por causa do homem, não o contrário. Na condição de Senhor/Dono, Jesus pôde mudar as regras, ou mesmo anular. Aliás, são vários os textos que levam a entender que o Dono do Sábado de fato o aboliu, pelo menos no que diz respeito à Igreja — Atos 15:24-29; Gal. 2:11-19; 3:10-13,19,24-25; 4:24-5:1; 5:18; Ef. 2:15; Col. 2:14.
(7ª) - Jesus não menciona o Sábado no Cenáculo, tampouco nas aparições após Sua ressurreição. Aliás, não consta em nenhum mandamento proferido por Jesus a Seus discípulos. Ou seja: JESUS CRISTO NUNCA ORDENOU A NINGUÉM QUE GUARDASSE O SÁBADO - Jo 5:16-18
Em João 15:10 Ele disse: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor.” - Então podemos permanecer no amor de Cristo sem guardar o Sábado, pois não consta entre os Seus mandamentos.
(8ª) - O caráter moral de Deus não muda.
Em 1 Cor. 6:9-10, Efésios 5:5 e Apoc. 21:8 encontramos relações dos tipos de pessoa que não entrarão no Reino de Deus. Aí estão pecados relacionados a cada um dos dez mandamentos, exceção feita ao quarto (guardar o Sábado).
Logo, guardar o Sábado não é mais condição para entrar no Reino, exatamente por não ser uma questão moral.
(9ª) - Além do Senhor Jesus ressurreto aparecer aos Apóstolos reunidos no domingo pelo menos duas vezes, algumas passagens bíblicas apontam para um uso rotineiro do domingo por parte dos Cristãos - Atos 20:7, 1 Cor. 16:2 e Apoc. 1:10.
(10ª) - O Concílio que houve em Jerusalém, relatado em Atos 15, tratou exatamente da questão de, até que ponto os cristãos gentílicos deveriam obedecer a lei de Moisés. Reparemos que a questão da guarda do Sábado ficou fora; não consta na lista das quatro coisas que foram cobradas.
At 15:28 - “Pareceu bem ao Espírito Santo” - A decisão foi de inspiração divina, e portanto de autoridade divina. Se o Espírito Santo não cobra mais o Sábado, quem entre nós tem autoridade para cobrá-lo?
(11ª) - A igreja primitiva guardava o domingo e não o sábado - At 26:6-7; I Cor 16:1-2.
(12ª) - Os grandes acontecimentos do cristianismo não se deram no sábado, mas no domingo - Mt 28:1-10; Mc 16:9-11; Lc 24:13-35; Jo 20:1, 11, 19, 26; (Lv 23:16 cf At 2:1-13); At 2:14, 41; Apc 1:10
(13ª) - O apóstolo Paulo diz que ninguém deve julgar alguém que não guarda o sábado, porque todos os dias são iguais - Rm 14:4-6; Cl 2:16-17. Logo, o sábado não pode ser norma; a escolha do dia fica a critério de cada indivíduo.
VI- CONSIDERAÇÕES FINAIS:
De forma bem sintetizada, podemos tecer as seguintes considerações finais:
(A) - Igreja não está sob o jugo da lei mosaica (Rm 6.14; Jo 1.17). Dos dez mandamentos mencionados em Êxodo 20, nove deles são repetidos no Novo Testamento — alguns foram modificados por Jesus (Mt 5.21-28). Entretanto, não há menção à necessidade de observar a guarda do sábado. Observemos o quadro abaixo:
1° MANDAMENTO - Ex 20:2-3
NO NOVO TESTAMENTO - I Cor 8:4-6; At 17:23-31
2° MANDAMENTO - Ex 20:5-6
NO NOVO TESTAMENTO - I Jo 5:21
3º MANDAMENTO - Ex 20:7
NO NOVO TESTAMENTO - Tg 5:12
4º MANDAMENTO - Ex 20:8-11
NO NOVO TESTAMENTO - ????????????
5º MANDAMENTO - Ex 20:13
NO NOVO TESTAMENTO - Ef 6:1-3
6º MANDAMENTO - Ex 20:13
NO NOVO TESTAMENTO - Rm 13:9
7º MANDAMENTO - Ex 20:14
NO NOVO TESTAMENTO - I Cor 6:9-10
8º MANDAMENTO - Ex 20:15
NO NOVO TESTAMENTO - Ef 4:28
9° MANDAMENTO - Ex 20:16
NO NOVO TESTAMENTO - Cl 3:9; Tg 4:11
10º MANDAMENTO - Ex 20:17
NO NOVO TESTAMENTO - Ef 5:3
(B) - Guardamos o domingo, por assim dizer, como um dia de adoração, estudo da Palavra e evangelização, etc. (At 20.7; 1 Co 16.2). Mas o domingo nunca teve para o cristianismo o mesmo peso que o sábado observado pelos israelitas. Afinal, o cristianismo não é cerimonialista (Gl 4).
(C) - Depois do brado da vitória na cruz (Jo 19.30), as exigências cerimoniais da lei mosaica foram definitivamente canceladas (Cl 2.14-16).
Assim:
Se alguém quer observar sábado, pode;
Se alguém quer observar domingo, pode;
Se alguém quer observar quarta-feira, pode; etc.
Contudo, segundo Heb. 10:25, havemos de nos reunir regularmente e, para esse efeito, tem que haver consenso, obviamente. Desde a ressurreição de Cristo, o consenso geral das igrejas ditas cristãs tem sido reunir-se aos domingos. É o dia do Senhor, que comemora a nova criação, a nova aliança e deve ser considerado o dia para adoração e serviço a Deus.
FONTES DE CONSULTA:
Lições Bíblicas CPAD – 1º Trimestre de 1986 – Comentarista: Raimundo Ferreira de Oliveira
Estudo Bíblico: “Sábado X Domingo” - Dr. Gilberto Pickering
Subsídio para a lição EBD - 4º trimestre de 2011 – Elaboração: Moises Lopes - SECRETARIA GERAL ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - SUMARÉ/SP
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
1º trimestre de 2012

01 – O Surgimento Da Teologia Da Prosperidade
02 – A Prosperidade No Antigo Testamento
03 – Os Frutos Da Obediência Na Vida De Israel
04 – A Prosperidade No Novo Testamento
05 – A Bençãos De Israel E O Que Cabe A Igreja
06 – A Prosperidade Dos Bem-Aventurados
07 – Tudo Posso Naquele Que Me Fortalece
08 – O Perigo De Quer Baganhar Com Deus
09 – Dízimo E Oferta
10 – Uma Igreja Verdadeiramente Próspera
11 – Como Alcançar A Verdadeira Prosperidade
12 – O Propósito Da Verdadeira Prosperidade
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O Exercício Ministerial na Casa do Senhor - Pb. José Roberto A. Barbosa
Publicado em 29 de Novembro de 2011 as 02:26:21 PM Comente
Texto Áureo: I. Co. 4.2 - Leitura Bíblica: Ne. 13.1-8
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsidioEBD
Objetivo: Mostrar aos alunos que o verdadeiro líder age com sabedoria e prudência, porque sabe que a sua autoridade procede do soberano e único Deus.
INTRODUÇÃO
Em dias difíceis, e de crise, o exercício ministerial exerce papel fundamental. Sem um ministério firme e comprometido com a Palavra, o povo é conduzido à ruína. Na aula de hoje atentaremos para esse importante tema. Definiremos bíblico-teologicamente o significado de ministério, destacaremos a relevância de um ministério em conformidade com os padrões bíblicos, e ao final, o papel que o ministério exerce na condução da obra de Deus.
1. MINISTÉRIO, DEFINIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA
Ministério, em hebraico, vem do verbo sarat, que denota “ministro, servo, oficial” e se refere à pessoa que exerce trabalho na casa real (II Sm. 13.17) ou em uma corte de oficiais e servos públicos (II Cr. 27.1; 28.1; Et. 1.10). Este verbo deva ser distinguido de abad, que diz respeito ao serviço em geral. Essa palavra está associada ao serviço dado a um indivíduo de status, como no caso de José que serviu a Potifar (Gn. 39.4). O uso mais importante de sarat é no contexto da adoração ao Deus de Israel (Nm. 16.9; Dt. 10.8; Ez. 44.15,16). As referências apontam o papel especial de ministração diante de Deus ou do Seu povo. Os indivíduos que exerciam o ministério geralmente eram os sacerdotes levitas, tal como Arão (Ex. 28.35). Sarat também diz respeito à pessoa envolvida no serviço, comumente o termo é traduzido por “ministro” ou “servo”, o caso de Josué que servia a Moisés (Ex. 24.13; 33.11; Nm. 11.28; Js. 1.1) e dos anjos que servem a Deus (Sl. 103.21; 104;4). No Novo Testamento, destacamos duas palavras gregas para ministro: diakonos, frequentemente traduzida por servo, e o substantivo hyperetes que designa alguém em subordinação, desempenhando um papel, como um guardião (Mt. 5.25; 25.58; Mc. 14.54,46). O ministro, consoante ao exposto, é alguém que tem a responsabilidade de servir ao Senhor, como um guardião da doutrina, compromissado com a Palavra de Deus, para o bem do povo.
2. A IMPORTÂNCIA DO MINISTÉRIO SEGUNDO A VONTADE DE DEUS
Muitos querem ser ministros, mas poucos, de fato, estão dispostos servirem à Palavra de Deus. Nas horas de crise, o ministro que serve ao Senhor faz a diferença, basta atentarmos para o exemplo de Neemias que durante doze anos esteve firme, enfrentando oposição de dentro e de fora, mas sem fazer concessões em relação à vontade de Deus. Não há outro modo de conhecermos a Palavra de Deus, senão através da Palavra de Deus. A maior necessidade da igreja evangélica brasileira é o retorno à Bíblia, não apenas lê-la, mas, sobretudo, colocá-la em prática. Os ministros precisam dar o exemplo, devam ser leitores inveterados da Palavra, não podem trocar a Manual de Deus, pelos livros de autoajuda, os compêndios de psicologia moderna, ou mesmo pelas instruções dos gurus da administração eclesiástica. Conforme está escrito no capítulo 13 de Neemias, o povo começou a querer entrar pelo caminho do sincretismo religioso. O Senhor proibiu terminantemente que esse ecumenismo se realizasse (Ne. 13.1,2). A tolerância é necessária a todo cristão, mas não podemos fazer concessões em relação à Palavra. Os sacerdotes, para tirarem alguma vantagem, certamente econômica, abriram às portas a interesses contrários à vontade de Deus. Por esse motivo, Malaquias, como profeta do Senhor, denunciou a corrupção (Ml. 2.1-9). Há líderes eclesiásticos que vendem o povo com facilidade, principalmente aos interesses políticos, se obtiverem algum benefício próprio. A ordem do Senhor é contundente: “retirai-vos do meio deles” (II co. 6.17). A igreja do Senhor não precisa fazer conchavos com o mundo para adquirir visibilidade. Na maioria das vezes é sofrendo perseguição que a igreja mostra que é igreja.
3. O MINISTÉRIO E A RESTAURAÇÃO DA OBRA DE DEUS
Neemias conduziu o povo à restauração, não apenas dos muros, mas, principalmente, da espiritualidade. Mas esse mesmo povo se distanciou de Deus depois que Neemias retornou a Susã. A casa do Senhor passou a ter necessidades, isso porque os judeus se voltaram aos seus negócios. A prosperidade financeira não é garantia de verdadeira espiritualidade. Na verdade, há cristãos que justamente quando começam adquirir bens, mais se afastam de Deus. Se por um lado o povo fechava a mão, sendo inclusive denunciado pelo profeta Malaquias (Ml. 3.10), os sacerdotes, por outro, metiam a mão no que não lhes pertenciam, como fazia Eliasibe, ao beneficiar Tobias, o inimigo da obra do Senhor, alongando nas dependências do Templo (Ne. 13.4,5). Em virtude dos seus pecados sacerdotais, este também passou a ser conivente com o pecado (Ne. 13.2). Neemias, ao constatar aquela situação, a reconheceu como uma “mal” (Ne. 13.7). Observamos a falta de transparência e zelo na condução dos serviços do Senhor, especialmente no que tange aos recursos. Nos dias atuais, muitos pseudo-pastores utilizam os púlpitos, e também os meios de comunicação, para extorquir os irmãos mais fracos. Eles se vestem regaladamente, abusam dos bens da igreja, enquanto muitos, na própria igreja, padecem necessidade. Neemias percebeu a necessidade de agir imediatamente diante daqueles desmandos. Ele lançou todos os móveis da casa de Tobias fora da câmara do Senhor (Ne. 13.8-9). Jesus também agiu com firmeza diante daqueles que queriam transformar a Casa do Senhor em comércio (Mt. 21.13). O ministro do Senhor, ciente da sua responsabilidade perante Deus, não pode tolerar práticas indevidas que comprometam a seriedade da obra.
CONCLUSÃO
Em alguns contextos evangélicos, os inimigos da obra de Deus estão sendo levados para cima do altar. Tais práticas acontecem porque alguns supostos ministros estão querendo tirar proveito próprio das influências. A corrupção se instalou em determinados arraiais evangélicos e já se naturalizou, as pessoas admitem como se tudo fosse normal. Os líderes, com a consciência cauterizada, não sentem mais o pecado, justificam seus atos profanos até citando versículos descontextualizados. A indignação santa, pautada na Palavra, é indispensável para que tenhamos mudanças reais na obra de Deus. Como fez Neemias, e o Senhor Jesus, precisamos lançar fora todas as práticas abomináveis, que não condizem com o Reino de Deus.
BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downer Grove: IVP, 1998.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
Publicado no blog Subsidio EBD
Publicado em 29 de Novembro de 2011 as 02:26:21 PM Comente
Texto Áureo: I. Co. 4.2 - Leitura Bíblica: Ne. 13.1-8
Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsidioEBD
Objetivo: Mostrar aos alunos que o verdadeiro líder age com sabedoria e prudência, porque sabe que a sua autoridade procede do soberano e único Deus.
INTRODUÇÃO
Em dias difíceis, e de crise, o exercício ministerial exerce papel fundamental. Sem um ministério firme e comprometido com a Palavra, o povo é conduzido à ruína. Na aula de hoje atentaremos para esse importante tema. Definiremos bíblico-teologicamente o significado de ministério, destacaremos a relevância de um ministério em conformidade com os padrões bíblicos, e ao final, o papel que o ministério exerce na condução da obra de Deus.
1. MINISTÉRIO, DEFINIÇÃO BÍBLICO-TEOLÓGICA
Ministério, em hebraico, vem do verbo sarat, que denota “ministro, servo, oficial” e se refere à pessoa que exerce trabalho na casa real (II Sm. 13.17) ou em uma corte de oficiais e servos públicos (II Cr. 27.1; 28.1; Et. 1.10). Este verbo deva ser distinguido de abad, que diz respeito ao serviço em geral. Essa palavra está associada ao serviço dado a um indivíduo de status, como no caso de José que serviu a Potifar (Gn. 39.4). O uso mais importante de sarat é no contexto da adoração ao Deus de Israel (Nm. 16.9; Dt. 10.8; Ez. 44.15,16). As referências apontam o papel especial de ministração diante de Deus ou do Seu povo. Os indivíduos que exerciam o ministério geralmente eram os sacerdotes levitas, tal como Arão (Ex. 28.35). Sarat também diz respeito à pessoa envolvida no serviço, comumente o termo é traduzido por “ministro” ou “servo”, o caso de Josué que servia a Moisés (Ex. 24.13; 33.11; Nm. 11.28; Js. 1.1) e dos anjos que servem a Deus (Sl. 103.21; 104;4). No Novo Testamento, destacamos duas palavras gregas para ministro: diakonos, frequentemente traduzida por servo, e o substantivo hyperetes que designa alguém em subordinação, desempenhando um papel, como um guardião (Mt. 5.25; 25.58; Mc. 14.54,46). O ministro, consoante ao exposto, é alguém que tem a responsabilidade de servir ao Senhor, como um guardião da doutrina, compromissado com a Palavra de Deus, para o bem do povo.
2. A IMPORTÂNCIA DO MINISTÉRIO SEGUNDO A VONTADE DE DEUS
Muitos querem ser ministros, mas poucos, de fato, estão dispostos servirem à Palavra de Deus. Nas horas de crise, o ministro que serve ao Senhor faz a diferença, basta atentarmos para o exemplo de Neemias que durante doze anos esteve firme, enfrentando oposição de dentro e de fora, mas sem fazer concessões em relação à vontade de Deus. Não há outro modo de conhecermos a Palavra de Deus, senão através da Palavra de Deus. A maior necessidade da igreja evangélica brasileira é o retorno à Bíblia, não apenas lê-la, mas, sobretudo, colocá-la em prática. Os ministros precisam dar o exemplo, devam ser leitores inveterados da Palavra, não podem trocar a Manual de Deus, pelos livros de autoajuda, os compêndios de psicologia moderna, ou mesmo pelas instruções dos gurus da administração eclesiástica. Conforme está escrito no capítulo 13 de Neemias, o povo começou a querer entrar pelo caminho do sincretismo religioso. O Senhor proibiu terminantemente que esse ecumenismo se realizasse (Ne. 13.1,2). A tolerância é necessária a todo cristão, mas não podemos fazer concessões em relação à Palavra. Os sacerdotes, para tirarem alguma vantagem, certamente econômica, abriram às portas a interesses contrários à vontade de Deus. Por esse motivo, Malaquias, como profeta do Senhor, denunciou a corrupção (Ml. 2.1-9). Há líderes eclesiásticos que vendem o povo com facilidade, principalmente aos interesses políticos, se obtiverem algum benefício próprio. A ordem do Senhor é contundente: “retirai-vos do meio deles” (II co. 6.17). A igreja do Senhor não precisa fazer conchavos com o mundo para adquirir visibilidade. Na maioria das vezes é sofrendo perseguição que a igreja mostra que é igreja.
3. O MINISTÉRIO E A RESTAURAÇÃO DA OBRA DE DEUS
Neemias conduziu o povo à restauração, não apenas dos muros, mas, principalmente, da espiritualidade. Mas esse mesmo povo se distanciou de Deus depois que Neemias retornou a Susã. A casa do Senhor passou a ter necessidades, isso porque os judeus se voltaram aos seus negócios. A prosperidade financeira não é garantia de verdadeira espiritualidade. Na verdade, há cristãos que justamente quando começam adquirir bens, mais se afastam de Deus. Se por um lado o povo fechava a mão, sendo inclusive denunciado pelo profeta Malaquias (Ml. 3.10), os sacerdotes, por outro, metiam a mão no que não lhes pertenciam, como fazia Eliasibe, ao beneficiar Tobias, o inimigo da obra do Senhor, alongando nas dependências do Templo (Ne. 13.4,5). Em virtude dos seus pecados sacerdotais, este também passou a ser conivente com o pecado (Ne. 13.2). Neemias, ao constatar aquela situação, a reconheceu como uma “mal” (Ne. 13.7). Observamos a falta de transparência e zelo na condução dos serviços do Senhor, especialmente no que tange aos recursos. Nos dias atuais, muitos pseudo-pastores utilizam os púlpitos, e também os meios de comunicação, para extorquir os irmãos mais fracos. Eles se vestem regaladamente, abusam dos bens da igreja, enquanto muitos, na própria igreja, padecem necessidade. Neemias percebeu a necessidade de agir imediatamente diante daqueles desmandos. Ele lançou todos os móveis da casa de Tobias fora da câmara do Senhor (Ne. 13.8-9). Jesus também agiu com firmeza diante daqueles que queriam transformar a Casa do Senhor em comércio (Mt. 21.13). O ministro do Senhor, ciente da sua responsabilidade perante Deus, não pode tolerar práticas indevidas que comprometam a seriedade da obra.
CONCLUSÃO
Em alguns contextos evangélicos, os inimigos da obra de Deus estão sendo levados para cima do altar. Tais práticas acontecem porque alguns supostos ministros estão querendo tirar proveito próprio das influências. A corrupção se instalou em determinados arraiais evangélicos e já se naturalizou, as pessoas admitem como se tudo fosse normal. Os líderes, com a consciência cauterizada, não sentem mais o pecado, justificam seus atos profanos até citando versículos descontextualizados. A indignação santa, pautada na Palavra, é indispensável para que tenhamos mudanças reais na obra de Deus. Como fez Neemias, e o Senhor Jesus, precisamos lançar fora todas as práticas abomináveis, que não condizem com o Reino de Deus.
BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downer Grove: IVP, 1998.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
Publicado no blog Subsidio EBD
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Arrependimento
Arrependimento: seus vários aspectos
A palavra metanoeo (grego) ocorre 32 vezes no N.T. e significa: mudar de parecer, arrepender-se. O substantivo metanoia (grego) ocorre 23 vezes e significa: mudança de sentimentos, arrependimento. Metamelomai (grego) aparece pouco, e é usado quase exclusivamente no sentido de lastimar-se, ter remorso. Arrependimento (metanoeo), arrepender-se mudar de pensamento, virar-se, voltar-se. O sentido primário no judaísmo sempre é uma mudança de atitude, do homem para com Deus e na sua maneira de viver a vida.
É uma mudança de opinião, uma mudança de atitude que realmente produz mudança de direção nos pensamentos, nas palavras e nas ações [J. Dwight Pentecost, A Sã Doutrina]
No V.T., o verbo arrepender-se (ninham) ocorre 35 vezes. Geralmente é empregado para indicar uma mudança contemplada em Deus nos Seus tratos com os homens, para o bem ou para o mal, segundo Seu justo juízo (1Sm 15.11,35; Jn 3.9,10), ou então, negativamente, para garantir que Deus não se apartará do Seu propósito já declarado (1Sm 15.29; Sl 110.4; Jr 4.28). A maneira característica do V.T. expressar o arrependimento do homem para com Deus, consiste, pois, em voltar-se para o Senhor de todo o coração, alma e forças (2Rs 17.13,23,25).
Metanoia, no mínimo, é usada para indicar o processo total da mudança. Deus concedeu aos gentios arrependimento para a vida (At 11.18); a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação (2Co 7.10). No entanto, de modo geral, se pode dizer que metanoia denota aquela mudança interior na mente, afeições, convicções e lealdades que se arraiga no temor a Deus e na tristeza pelos delitos cometidos contra Ele, a qual, quando é acompanhada pela fé em Jesus Cristo , resulta no abandono do pecado e na volta para Deus e Seu serviço na totalidade da vida. Ela nunca traz pesar e é dada por Deus (at 11.18). Metanoeo, indica a mudança interior consciente. [2]
No N.T. João Batista prega arrependimento, sendo que o arrependimento era expresso pelo batismo, pela confissão dos pecados e pela produção de frutos dignos de penitência. Jesus também pregou arrependimento. O arrependimento é uma conversão total e sincera. Cristo compara o arrependimento como o se tornar uma criança. Os apóstolos também pregavam arrependimento. O arrependimento se transforma em fé e é o primeiro fruto e o correlativo do arrependimento, a atitude pela qual se volta a Deus vindo do pecado.
Após o arrependimento dos pecados ocorre a conversão. O arrependimento significa que as transgressões são anuladas (Is 44.22). A Bondade de Deus leva o homem ao arrependimento (Rm 2.4).
Elementos do arrependimento:
1) intelecto, uma mudança na maneira de pensarmos em Deus, em nossos pecados e em nossas relações como o nosso próximo;
2) emoção, o elemento emocional é sempre o elemento preponderante no arrependimento, os sentimentos da personalidade (Sl 51);
3) vontade, o arrependimento cria um novo propósito na vida do homem.
O arrependimento consiste de uma revolução daquilo que é mais determinativo na personalidade humana, sendo o reflexo, na consciência, da radical mudança operada pelo Espírito Santo por ocasião da regeneração. A salvação não pode ocorrer se não houver arrependimento.
Por: Pr. Cleverson de Abreu Faria
A palavra metanoeo (grego) ocorre 32 vezes no N.T. e significa: mudar de parecer, arrepender-se. O substantivo metanoia (grego) ocorre 23 vezes e significa: mudança de sentimentos, arrependimento. Metamelomai (grego) aparece pouco, e é usado quase exclusivamente no sentido de lastimar-se, ter remorso. Arrependimento (metanoeo), arrepender-se mudar de pensamento, virar-se, voltar-se. O sentido primário no judaísmo sempre é uma mudança de atitude, do homem para com Deus e na sua maneira de viver a vida.
É uma mudança de opinião, uma mudança de atitude que realmente produz mudança de direção nos pensamentos, nas palavras e nas ações [J. Dwight Pentecost, A Sã Doutrina]
No V.T., o verbo arrepender-se (ninham) ocorre 35 vezes. Geralmente é empregado para indicar uma mudança contemplada em Deus nos Seus tratos com os homens, para o bem ou para o mal, segundo Seu justo juízo (1Sm 15.11,35; Jn 3.9,10), ou então, negativamente, para garantir que Deus não se apartará do Seu propósito já declarado (1Sm 15.29; Sl 110.4; Jr 4.28). A maneira característica do V.T. expressar o arrependimento do homem para com Deus, consiste, pois, em voltar-se para o Senhor de todo o coração, alma e forças (2Rs 17.13,23,25).
Metanoia, no mínimo, é usada para indicar o processo total da mudança. Deus concedeu aos gentios arrependimento para a vida (At 11.18); a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação (2Co 7.10). No entanto, de modo geral, se pode dizer que metanoia denota aquela mudança interior na mente, afeições, convicções e lealdades que se arraiga no temor a Deus e na tristeza pelos delitos cometidos contra Ele, a qual, quando é acompanhada pela fé em Jesus Cristo , resulta no abandono do pecado e na volta para Deus e Seu serviço na totalidade da vida. Ela nunca traz pesar e é dada por Deus (at 11.18). Metanoeo, indica a mudança interior consciente. [2]
No N.T. João Batista prega arrependimento, sendo que o arrependimento era expresso pelo batismo, pela confissão dos pecados e pela produção de frutos dignos de penitência. Jesus também pregou arrependimento. O arrependimento é uma conversão total e sincera. Cristo compara o arrependimento como o se tornar uma criança. Os apóstolos também pregavam arrependimento. O arrependimento se transforma em fé e é o primeiro fruto e o correlativo do arrependimento, a atitude pela qual se volta a Deus vindo do pecado.
Após o arrependimento dos pecados ocorre a conversão. O arrependimento significa que as transgressões são anuladas (Is 44.22). A Bondade de Deus leva o homem ao arrependimento (Rm 2.4).
Elementos do arrependimento:
1) intelecto, uma mudança na maneira de pensarmos em Deus, em nossos pecados e em nossas relações como o nosso próximo;
2) emoção, o elemento emocional é sempre o elemento preponderante no arrependimento, os sentimentos da personalidade (Sl 51);
3) vontade, o arrependimento cria um novo propósito na vida do homem.
O arrependimento consiste de uma revolução daquilo que é mais determinativo na personalidade humana, sendo o reflexo, na consciência, da radical mudança operada pelo Espírito Santo por ocasião da regeneração. A salvação não pode ocorrer se não houver arrependimento.
Por: Pr. Cleverson de Abreu Faria
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Visão Missionária - Marcos 16.15 Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Através desse trabalho a verdadeira doutrina tem sido propagada em todos os estados brasileiros e em vários países com comprovação pelo mapeamento mundial do Google Analytics.
LIÇÕES BIBLICAS PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2012
TEMA: A VERDADEIRA PROSPERIDADE - A VIDA CRISTÃ ABUNDANTE
ÍNDICE TEMÁTICO
01 – O surgimento da Teologia da Prosperidade
02 – A Prosperidade no Antigo Testamento
03 – Os Frutos da obediência na vida de Israel
04 – A Prosperidade no Novo Testamento
05 – A Benção de Israel e o que cabe a Igreja
06 – A Prosperidade dos Bem-Aventurados
07 – Tudo posso naquele que me fortalece
08 – O perigo de querer barganhar com Deus
09 – Dízimo e Oferta
10 – Uma Igreja verdadeiramente próspera
11 – Como alcançar a verdadeira prosperidade
12 – O propósito da verdadeira prosperidade
13 – Somente em Jesus temos a verdadeira prosperidade
Pr. Adilson Guilhermel
LIÇÕES BIBLICAS PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2012
TEMA: A VERDADEIRA PROSPERIDADE - A VIDA CRISTÃ ABUNDANTE
ÍNDICE TEMÁTICO
01 – O surgimento da Teologia da Prosperidade
02 – A Prosperidade no Antigo Testamento
03 – Os Frutos da obediência na vida de Israel
04 – A Prosperidade no Novo Testamento
05 – A Benção de Israel e o que cabe a Igreja
06 – A Prosperidade dos Bem-Aventurados
07 – Tudo posso naquele que me fortalece
08 – O perigo de querer barganhar com Deus
09 – Dízimo e Oferta
10 – Uma Igreja verdadeiramente próspera
11 – Como alcançar a verdadeira prosperidade
12 – O propósito da verdadeira prosperidade
13 – Somente em Jesus temos a verdadeira prosperidade
Pr. Adilson Guilhermel
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