quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Onde estava Daniel no episodio da estatua?

Sua dúvida é por que Daniel não aparece junto com seus amigos Sadraque, Mesaque e Abedenego quando estes foram denunciados por não terem se curvado diante da estátua construída por Nabucodonosor. Vamos ver a ordem dos acontecimentos para entender.
No capítulo 1 de Daniel vemos que o rei Nabucodonosor pediu aos seus oficiais que escolhessem dentre os cativos israelitas jovens nobres e cultos para serem introduzidos na corte e educados como nobres caldeus.
Dan 1:1-7 “E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos príncipes, Jovens em quem não houvesse defeito algum, de boa aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e doutos em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para assistirem no palácio do rei, e que lhes ensinassem as letras e a língua dos caldeus. E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias; E o chefe dos eunucos lhes pós outros nomes, a saber: a Daniel pós o de Beltessazar, e a Hananias o de Sadraque, e a Misael o de Mesaque, e a Azarias o de Abednego”. 
No capítulo 2 Daniel recebe de Deus sabedoria para interpretar o sonho de Nabucodonosor, e por isso é promovido a governador de Babilônia e chefe dos governadores e dos sábios. Por pedido de Daniel, Nabucodonosor também promove seus amigos Sadraque, Mesaque e Abenego a posições administrativas na gestão pública do reino, obviamente abaixo do cargo de destaque que Daniel recebeu.
Dan 2:47-49 “Respondeu o rei a Daniel, e disse: Certamente o vosso Deus é Deus dos deuses, e o Senhor dos reis e revelador de mistérios, pois pudeste revelar este mistério. Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitas e grandes dádivas, e o pós por governador de toda a província de Babilônia, como também o fez chefe dos governadores sobre todos os sábios de Babilônia. E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na porta do rei.
No capítulo 3 o rei manda construir uma estátua e convoca a todos os nobres e administradores de Babilônia para se apresentarem diante da estátua e, a um determinado sinal, se prostrarem e adorarem a estátua de ouro. Quem não fizesse isso seria lançado na fornalha de fogo.
No versículo 9 vemos alguns caldeus indo a Nabucodonosor com uma denúncia: Sadraque, Mesaque e Abedenego não tinham se prostrado e adorado a estátua, conforme a ordem do rei. Portanto deviam ser mortos na fornalha. O restante da história pode ser encontrado no capítulo 3 e a grande dúvida é onde estaria Daniel naquele momento, já que ele não aparece entre os que foram denunciados como não tendo adorado a imagem.
A Bíblia não diz, portanto qualquer resposta será por suposição. Eu pessoalmente vejo três ou quatro possibilidades. A primeira tem a ver com aquele episódio em que os fariseus levaram ao Senhor Jesus uma mulher pega em flagrante adultério para ser apedrejada, porém não explicaram o que fizeram com o homem. Um flagrante de adultério precisa que dois sejam flagrados. Portanto, já na denúncia que fizeram havia dolo, provavelmente porque o homem adúltero era algum deles ou uma pessoa de destaque na sociedade que não podia ser exposta.
Se todos deviam se prostrar para adorar a estátua, esses que fizeram a denúncia só podiam ser os últimos da fila e, ainda assim, não totalmente prostrados, para poderem observar que três pessoas permaneceram em pé. É só imaginar uma situação em que o presidente ordene para que todos os funcionários públicos de primeiro escalão encham aquele gramado da esplanada dos três poderes em Brasília e se prostrem diante da enorme bandeira do Brasil que existe ali. Quem é capaz de dizer se alguém se prostrou ou não, se todo mundo está com a cara no chão?
Portanto a denúncia feita pelos caldeus devia ter uma boa dose de ciúme e animosidade contra os estrangeiros que haviam adquirido posições de destaque iguais ou maiores que os próprios nativos de Babilônia.
A segunda possibilidade tem a ver com o cargo que Daniel ocupava. Enquanto Sadraque, Mesaque e Abedenego estavam no mesmo nível dos outros oficiais, Daniel era o segundo abaixo do rei, portanto acima de todos esses. Podemos pensar que tenha sido o caso de os denunciantes não terem incluído Daniel pelo risco que isso lhes traria. Afinal, seria uma denúncia contra alguém muito acima deles e apadrinhado do rei Nabucodonosor por sua sabedoria. Falar mal de alguém assim não era coisa simples.
Outra possibilidade seria que Daniel não se curvou diante da estátua, mas sua desobediência à ordem só teria sido testemunhada por seus escravos diretos. Digamos assim que Daniel estava em uma posição confortável o suficiente para ter seu próprio camarote ou gabinete e não se misturar com os outros funcionários públicos menos graduados do reino.
Uma quarta possibilidade que também deve ser considerada é a de Daniel ter sim se curvado diante da estátua. Esta parece criar certo desconforto entre alguns que têm Daniel como um herói, mas devemos nos lembrar que o único ser humano perfeito que encontramos nas páginas das Escrituras é o Senhor Jesus. Todos os outros eram sujeitos a falhas (algumas gravíssimas, como Davi). Eles eram seres humanos iguais a qualquer um de nós, e basta ler a história de cada um dos que costumamos chamar de “heróis da fé” para perceber isso.
Tgo_5:17 Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós 
2Cr_6:36 Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque)… 
Ecl_7:20 Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque. 

por Mario Persona do site respondi.com.br em 14/10/2014


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Por que Deus infligiu sobre Bete-Semes um juízo tão severo?



1 SAMUEL 6.19-Por que Deus infligiu sobre o povo de Bete-Semes um juízo tão severo por eles simplesmente terem olhado para dentro da arca?
PROBLEMA: Quando os filisteus devolveram a arca do Senhor a Israel eles a colocaram num carro puxado por vacas, que foi pelo caminho sem ter um cocheiro. Quando o carro chegou às fronteiras de Bete-Semes, o povo da cidade tirou a arca do carro e a colocou sobre uma grande pedra. Entretanto, alguns deles olharam para dentro da arca, e “feriu o Senhor os homens de Bete-Semes”. O texto diz ainda que o povo chorou, “porquanto o Senhor fizera tão grande morticínio entre eles” (v. 19). Mas por que o Senhor infligiu sobre o povo um juízo assim tão severo, simplesmente por eles terem olhado para dentro da arca?
SOLUÇÃO: O Senhor feriu o povo com esse juízo por terem eles cometido um terrível sacrilégio contra Deus. A arca da aliança era um símbolo da própria presença de Deus entre o seu povo. A regulamentação referente à arca e a como ela deveria ser manejada era de natureza restrita por causa da santidade de Deus e da pecaminosidade do homem (Êx 25:10-22; 26:32-34; 37:1-9). Um ato assim tão iníquo, de desrespeito à santidade de Deus, certamente merecia o repentino e terrível juízo de Deus.
Extraído do livro MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia. Norman Geisler – Thomas Howe

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

As setenta semanas de Daniel

“Como se explicam as setenta semanas de Daniel?”
A expressão correspondente no origi­nal, significa “setenta setes”. Como a mensagem do capítulo nove de Daniel abrange um longo espaço de tempo, enten­de-se que cada uma dessas semanas men­cionadas pelo anjo representa sete anos. A Bíblia usa linguagem semelhante em Levítico 25.8, onde a tradução é feita literal­mente como “semanas de anos”. Em Ezequiel 4.5,6 ocorre o mesmo fato, já que es­tes versículos tratam também de anos e utilizam o mesmo método simbólico. Portanto, as setenta semanas de Daniel com­preendem 490 anos, ou seja, setenta vezes sete anos assim explicados, segundo as opi­niões mais abalizadas: v.25 – “Desde a saí­da da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, sete semanas e sessenta e duas semanas”. Esta ordem foi dada por Artaxerxes em cerca de 445 a. C. (leia Neemias 2), sendo que as primeiras sete semanas correspondem aos 49 anos gastos na reedificação da cidade. As ses­senta e duas semanas seguintes compreen­dem 434 anos que, somados aos 49 anterio­res, totalizam 483 anos: v. 26 – “E depois das sessenta e duas semanas será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário”. Assim sendo, estes 483 anos culminam com a crucificação de Cristo. O povo aqui mencionado são os romanos, que dominavam o mundo contemporâneo de Jesus, e foram os responsáveis pela des­truição de Jerusalém e do Templo, no ano 70 d.C. Cumprindo-se neste último caso as palavras do Mestre: “Não ficará aqui pe­dra sobre pedra que não seja derribada”, Mt 24.2. “O príncipe que há de vir” é uma referência direta ao Anticristo, por diver­sas vezes aludido em outras passagens bíblicas, o qual se manifestará no fim dos tempos. V. 27 – “E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre as asas das abominações virá o assolador, e isso até a consuma­ção; e o que está determinado será derra­mado sobre o assolador”. Neste versículo, chegamos à última fase da mensagem pro­fética, isto é, a septuagésima semana que começará após o arrebatamento da Igreja e o retorno geral dos judeus à Palestina, con­forme se observa no versículo 26. Convém salientar que este último fato já está ocor­rendo. Na ocasião, o Anticristo fará uma aliança por sete anos com Israel, e estabe­lecerá um governo mundial com base no seguimento do antigo império romano, sob a forma de uma confederação de dez na­ções: Dn 2.42,43; 7.7,8. Porém, na metade da semana, ou seja, após três anos e meio, ele quebrará o concerto, dando início à Grande Tribulação propriamente dita. “O príncipe que há de vir” então tripudiará sobre o povo israelita “até a consumação” da semana profética e, finalmente, “o que está determinado será derramado sobre o assolador”: Cristo se manifestará, segundo o relato de Apocalipse 19, e começará uma era de paz sobre a terra, conhecida como o Milênio.
Extraído do livro “A Bíblia Responde” – Ed. CPAD


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Como morreu alguns dos apóstolos?

Pergunta: “A Bíblia tem o registro das mortes dos apóstolos? Como morreu cada um dos apóstolos?”
Resposta: O único apóstolo cuja morte está registrada na Bíblia é Tiago (Atos 12:2). O rei Herodes “fez Tiago passar a fio de espada” – aparentemente uma referência à decapitação. As circunstâncias das mortes dos outros apóstolos só podem ser conhecidas baseadas nas tradições da igreja; portanto não devemos dar muito crédito a nenhum desses relatos. A tradição da igreja mais aceita em relação à morte de um apóstolo é que o Apóstolo Pedro foi crucificado, de cabeça para baixo em uma cruz em forma de x, cumprindo a profecia de Jesus (João 21:18). A seguir estão as “tradições” mais populares a respeito das mortes dos outros apóstolos.
Mateus sofreu martírio na Etiópia, morto por um ferimento causado por uma espada. João esteve à beira do martírio, quando ele foi cozido em um recipiente enorme de óleo durante uma onda de perseguição em Roma. No entanto, ele foi milagrosamente livrado da morte. João foi sentenciado às minas na ilha de Patmos. Ele escreveu o livro profético do Apocalipse em Patmos. O apóstolo João foi mais tarde posto em liberdade e retornou para o lugar onde hoje fica a Turquia. Ele morreu velho, sendo o único apóstolo a morrer em paz.
Tiago, o irmão de Jesus (não oficialmente um apóstolo), o líder da igreja em Jerusalém, foi atirado de mais de 30 metros de altura do alto do pináculo sudeste do Templo ao se recusar a negar sua fé em Cristo. Quando eles descobriram que ele havia sobrevivido à queda, seus inimigos o espancaram até a morte com um porrete. Este foi o mesmo pináculo para onde Satanás levou a Jesus durante a tentação.
Bartolomeu, também conhecido como Natanael, foi um missionário para a Ásia. Ele testemunhou onde hoje é a Turquia e foi martirizado pela sua pregação na Armênia, quando ele foi chicoteado até a morte. André morreu em uma cruz em forma de x na Grécia. Após ter sido chicoteado severamente por sete soldados, estes ataram o seu corpo à cruz com cordas para prolongar a sua agonia. Seus seguidores reportaram que, quando ele foi levado em direção à cruz, André a saudou com as seguintes palavras: “Muito desejei e esperei por esta hora. A cruz foi consagrada pelo corpo de Cristo pendurado nela”. Ele continuou a pregar para os seus torturadores por dois dias até que ele morreu. O apóstolo Tomé foi atingido por uma lança na Índia durante uma de suas viagens missionárias para estabelecer a igreja lá. Matias, o apóstolo escolhido para substituir o traidor Judas Iscariotes, foi apedrejado e depois decapitado. O apóstolo Paulo foi torturado e depois decapitado pelo maligno imperador Nero em Roma em 67 d.C. Há tradições referentes aos outros apóstolos também, mas nenhuma com apoio histórico ou tradicional confiável.
Não é tão importante saber como os apóstolos morreram. O que importa é o fato de que todos eles estavam dispostos a morrer pela sua fé. Se Jesus não tivesse sido ressuscitado, os discípulos o saberiam. Ninguém morreria por alguma coisa que se sabe ser uma mentira. O fato de que todos os apóstolos estavam dispostos a morrer horrivelmente, recusando-se a negar a sua fé em Cristo é uma tremenda evidência de que eles verdadeiramente testemunharam a ressurreição de Jesus Cristo.


sábado, 13 de setembro de 2014

Salvação: escolhida por Deus e por nós

Outro exemplo da soberania divina e de nossa responsabilidade na Escritura e encontrado nesta afirmação de Jesus em João 6.37:
“Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei”.
E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim.  Jo 12.32
De um lado, somente aqueles que o Pai prepara virão a Cristo (Jo 6.44). Do outro lado, e também verdadeiro que “todo aquele que” escolher vir, será salvo (Rm 10.13).
Salvação: destinados e persuadidos a ela
Ha uma passagem interessante em Atos. Ela afirma que “creram todos os que haviam sido designados (preparados) para a vida eterna” (At 13.48).
Todavia, no mesmo contexto, Lucas diz que Paulo e Barnabé “foram à sinagoga judaica. Ali falaram de tal modo que veio a crer grande multidão de judeus e gentios” (At 14.1). De acordo com esse texto, na primeira passagem somente os que foram preparados para a salvação é que viriam à fé. Mas é também verdadeiro que a pregação persuasiva e um meio pelo qual as pessoas vêm à fé em Cristo. Assim, a Bíblia ensina tanto a soberania divina quanto a responsabilidade humana no mesmo contexto. O mesmo ato pode ser determinado por Jesus e escolhido pelos homens. Não ha qualquer contradição entre essas duas coisas no que diz respeito à Escritura.
Alguns calvinistas moderados, como J. O. Buswell negam que isso seja uma referencia a predestinação (e não é mesmo). Ele escreveu: “Na verdade, as palavras de Atos 13.48,49 não são necessariamente uma referencia a doutrina do decreto eterno de Deus sobre a eleição. O particípio passivo tetagmenoi pode simplesmente significar pronto’, e podemos muito bem ler: ‘Todos os que foram preparados para a vida eterna, creram’”.
E ele acrescenta: “Comentando esse versículo, Alford diz: ‘O significado dessa palavra deve ser determinado pelo contexto. Os judeus tinham julgado a si mesmos indignos da vida eterna (v. 46); quanto aos gentios, todos os que foram dispostos para a vida eterna creram [...] Encontrar neste texto a afirmação de preordenação para a vida é forçar tanto a palavra quanto o contexto a um significado que eles não contem”’. (ou seja, o contexto mostra que a passagem não fala de decreto Soteriológico).
Seja como for, mesmo que esse texto seja tomado como tal, no sentido absoluto, não ha nenhuma contradição entre preordenação e persuasão, visto que Deus preordenou tanto os meios (persuasão) quanto o fim (a vida eterna).
Rejeição a Cristo: tanto pelo destino dado por Deus quanto pela nossa desobediência.
Como mencionado anteriormente, a harmonia entre predeterminação e livre-escolha e evidente nas palavras de Pedro: “Os que não creem tropeçam, porque desobedecem a mensagem; para o que também foram destinados’ (lPe 2.8). Não ha nenhuma incoerência aqui: eles foram destinados para a desobediência, e Deus sabia comcerteza que escolheriam rejeitar a Cristo. Buswell comenta que “Atos 13.46 observa que os judeus, por escolha própria, rejeitaram a mensagem. Então, Paulo volta-se para os gentios. A escolha individual determinou a rejeição a mensagem; assim, por inferência, parece que, quando essa rejeição ocorreu, os gentios entraram, digamos, na esfera da graça de Deus que lhes foi destinada, e assim, creram. Observe que o versículo 48 afirma que os gentios, ouvindo as boas novas, ‘alegraram-se e bendisseram a palavra do Senhor, e a sua f é assim os moveu à esfera da graça de Deus, que, digamos, aponta para a vida eterna. Assim como os judeus escolheram rejeitar, os gentios escolheram, dentro da graça de Deus, crer”.
Adaptado do Livro “Eleitos, Mas Livres” – Ed. Vida


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Quatro coisas que Deus não conhece!



I. Deus não conhece um pecado que ele não odeia.
1.     Os Salmos descrevem a atitude de Deus para com o pecado.
1.     Salmos 5:4-6 “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal. Os arrogantes não permanecerão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a iniquidade. Tu destróis os que proferem mentira; o SENHOR abomina ao sanguinário e ao fraudulento;”.
2.     Salmos 45:7 – “Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros”.
3.     Provérbios 6:16-19 – “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”
4.     Deus odeia mesmo os “pequenos pecados” que às vezes achamos que são triviais.
1.     Zacarias 8:17 – “nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas eu aborreço, diz o SENHOR”
2.     Que atitude, então, devemos ter para com o pecado?
1.     Salmos 119:104, 128 – “Por meio dos teus preceitos, consigo entendimento; por isso, detesto todo caminho de falsidade” – “Por isso, tenho por, em tudo, retos os teus preceitos todos e aborreço todo caminho de falsidade”.
2.     Romanos 12:9 – “O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem”.
3.     Salmos 101:3 – “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará”.
4.     Provérbios 8:13 – “O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.
5.     I Coríntios 13:6 – “(amor) não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;”.

II. Deus não conhece um pecador que ele não ama.
Tão intensamente quanto Deus odeia o pecado, tão intensamente ama os pecadores que se rebelaram contra ele.
1.     Ezequiel 33:11 – “Dize-lhes: Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que haveis de morrer, ó casa de Israel?”
2.     João 3:16 – “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
3.     Deus quer que todos aqueles que se afastaram do seu caminho, voltem e sejam salvos!
1.     I Timóteo 2:3-4 “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”.
2.     II Pedro 3:9, 15 – “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” – “e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada,”
3.     Dois textos que são o retrato do amor de Deus.
1.     O pastor e as ovelhas – Lucas 15:4-7
2.     O pai amoroso – Lucas 15:20-24
3.     Por isso, Deus enviou Seu Filho, para fornecer um meio para a salvação dos pecados.
1.     Romanos 5:8 – “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.
2.     I João 4:10 – “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados”

III. Deus não conhece nenhum método, além do evangelho, que pode salvar.
O Evangelho é o meio de salvação de Deus para toda a humanidade.
1.      
1.     Romanos 1:16 – “Pois não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”
2.     É por meio desse evangelho que Deus oferece a salvação dos pecados e um relacionamento com Ele, na igreja.
1.     Efésios 1:3-10, 20-23.
2.     Esse é o método de salvação, o sistema do Evangelho, que devemos permanecer fiéis, não afastar-se, e não alterar e modificar!
1.     Gálatas 1:6-9

IV. Deus não conhece nenhum momento melhor do que agora para você se apresentar ao Evangelho.
Deus prometeu apenas uma oportunidade para a salvação – HOJE!
1.      
1.     II Coríntios 6:2 – “porque ele diz: Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação;”
2.     Tiago 4:14 – “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”
3.     Os cristãos não devem ficar complacentes com sua salvação. Temos de trabalhar e ser fiel HOJE!
1.     Romanos 13:11-14 “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”.
2.     João 9:4 – “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar”.
Conclusão: Se você é um pecador precisa perceber que Deus odeia o pecado, mas te ama tanto que Ele enviou Seu Filho para morrer por você. Hoje, agora é o momento para que você possa responder ao plano do Evangelho da redenção. Por que não ouvir o que Ananias disse a Saulo: “E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele” (Atos 22:16).
Aldenir Araújo do site www.opregadorfiel.blogspot.com/


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Por que não vemos pessoas pedindo perdão a Jesus?

Precisam tão-somente crer, para a salvação de seus pecados, que Cristo era o enviado de Deus! Por que não vemos nos evangelhos pessoas pedindo perdão a Jesus?
É importante notar que o povo em geral dirigia-se ao batismo de João confessando seus pecados (Mt 3.6; Mc 1.5). As pessoas da época de Cristo já tinham uma religião, eram criadas e instruídas segundo os preceitos do judaísmo, cuja base doutrinária firmava-se na lei que fora entregue a Moisés. Os judeus acreditavam que a obediência rigorosa das leis de sua religião era o suficiente para a obtenção da salvação eterna. Entendiam que não precisavam pedir perdão a ninguém, pois não tinham Jesus como Deus, e tampouco Jesus era reconhecido pelos judeus como o Messias (Mc 2.7; Lc 7.19).
Os judeus não necessitavam clamar que queriam ser perdoados por Jesus, precisavam tão-somente crer, para a salvação de seus pecados, que Cristo era o enviado de Deus! (Jo 8.24). A Bíblia informa que os judeus rejeitaram a Jesus (Jo 1.11), o que, por si só, comprova que não pediriam perdão a um mero homem. De fato, a preocupação evangelística de Jesus, acima de tudo, era com os judeus (Mt 10.5; 15.24), porém, esta atitude não excluía os gentios (aqueles que não eram judeus), pois sobre estes fora profetizado a revelação do evangelho (Sl 2.8; Is 49.6; Ml 1.11; Mt 12.21). Alguns episódios bíblicos indicam que várias pessoas reconheceram ser pecadoras e receberam o perdão de Jesus. Confira alguns exemplos: Pedro (Lc 5.8); Zaqueu (Lc 19.1-10); a mulher adúltera (Jo 8.1-11); o paralítico (9.2), entre outras.
Extraído do ICP em 13/08/2014


Presciência de Deus, predestinação e livre-arbítrio humano

  🕊️ 1. Jesus sabia que Judas o trairia? Sim, Jesus sabia. A Bíblia deixa claro que Jesus sabia de antemão que Judas o trairia: ...