segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

EVA OU LILITH?

          No ano de 325 d.C foi realizado o I Concílio de Nicéia, presidido pelo imperador romano Constantino. Afim de definir temas fundamentais do Cristianismo, tais como definir temas fundamentais do Cristianismo, tais como o evangelho de Maria Madalena, Tomé, Judas,  Jesus e Gênesis II. Foi decidido que no Concílio de Nicéia que esses evangelhos deveriam ser destruídos, mas nem todos foram. Em um desses evangelhos, está a história de Lilith, a primeira mulher de Adão - que veio antes de Eva. A história conta que no início Deus criou Adão e Lilith, ambos do pó. Entretanto, Lilith não aceitava a condição de ser submissa a Adão, até porque eram feitos da mesma matéria. Então conheça agora a história de Lilith: a primeira mulher de Adão.

"Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual" disse Lilith ao Todo Poderoso, o qual retrucou que era assim que Ele havia feito, e assim continuaria. Lilith então se rebelou, e decidiu abandonar o Jardim do Éden.

Os anjos Sanvi, Sansavi e Samangelaf voltaram então dizendo que Lilith havia se recusado a voltar. Foi quando Deus fez outra mulher para Adão, dessas vez de sua costela, para não correr o risco de que essa também se rebelasse.

          Na primeira carta a Timóteo, Paulo foi enfático ao descrever que primeiro foi formado Adão e depois a Eva. 1 Tm 2.13  Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.

          No livro da criação “Beresit” traduzido da septuaginta a versão dos setenta do hebraico para o grego “Gênesis” ou origens, versão 300 a.C por ordem de Ptolomeu Filadelfo.
No livro de Gênesis  3.20 E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.Fica claro que a mulher de Adão chamava-se “Eva” que é a mãe de todos os seres viventes,  e não Lilith que sua história ou estória não passa de uma lenda, Lilith está presenta em várias culturas, e sua história é muito conhecida no meio hermético judaico..
1 Timóteo 4:7
Mas rejeita as fábulas profanas e os falatórios dos insensatos. Exercita-te, porém, na piedade.
1 Timóteo 6:20
Timóteo, guarda o tesouro que te foi confiado, evitando as conversas inúteis e profanas, assim como as elucubrações sem fundamento que muitos chamam de “saber”.
Tito 1:14
não dando ouvidos a fábulas judaicas, nem a mandamentos de homens que se desviam da verdade.
Tito 3:9
Evita, no entanto, todo tipo de questões tolas, genealogias, discórdias e discussões inúteis a respeito da Lei, porquanto essas contendas são vazias e sem valor.






Conclusão

Lilith aparece como um demônio noturno na crença tradicional judaica. Na crença islâmica, ela é tratada como a primeira mulher do personagem bíblico Adão, sendo, em uma passagem (Patai 81: 455f), acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. Mais recentemente, esta heresia tem sido cada vez mais adotada.

(https://pt.wikipedia.org/wiki/Lilith).
https://www.fatosdesconhecidos.com.br/conheca-a-historia-de-lilith-a-primeira-mulher-de-adao/




sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

CONTRADIÇÃO BÍBLICA ???

Jesus disse para o ladrão da cruz que ia para o paraíso no mesmo dia, mas no domingo da ressurreição disse para Maria Madalena que ainda não tinha subido para o Pai. Jesus mentiu? Houve alguma contradição?

Parece haver uma contradição bíblica, em Lc 23.43 Jesus disse para o ladrão “... Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.”, isso aconteceu na sexta-feira, porém em Jo 20.17 Jesus disse para Maria Madalena no domingo da ressurreição “...Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai,...”

Não há dificuldade nenhuma nesta situação, as duas coisas são verdadeiras, não há contradições. Jesus esteve com o ladrão no paraíso (no mesmo dia), e também não tinha ainda subido para o Pai com o corpo ressurreto. Não podemos confundir os locais que Jesus estava falando. O local que o ladrão estaria era o estado intermediário dos salvos, conhecido como “seio de Abraão”, na história do Rico e Lázaro em Lc 16.19 – 31. O local que Jesus disse que não tinha ido ainda era para destra do Pai, como vimos no discurso de Estevão em At 7.55 – 56.

“55. Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, 56. e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus.”

At 7.55 – 56 Alguns, como as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do sétimo dia, creem que houve um equívoco na tradução da Bíblia do grego para as outras línguas no texto de Lc 23.43. A vírgula colocada antes ou depois da palavra “hoje” muda todo o sentido da tradução, veja:

a) Por isso te digo hoje, estarás comigo no paraíso (Tradução do Novo Mundo – Testemunhas de Jeová / Interpretação Adventista);

b) Por isso te digo, hoje estarás comigo no paraíso (RA – RC – NVI – NTLH – ACF);

Por que a vírgula não pode estar depois da palavra “hoje”? 

1. Em nenhuma outra passagem Jesus fala desta forma, essa passagem seria uma exceção ao padrão das demais referências bíblicas.
2. Não faria sentido falar a palavra “hoje”. Se substituirmos a palavra “hoje” para “ontem ou amanhã” presumisse claramente que ficaria uma frase sem sentido. Por isso te digo “ontem”, que estarás comigo no paraíso. Mostrando que a palavra hoje não está ligada ao que Jesus está falando, mas ao final da frase, estava ligada com o que Jesus faria naquele mesmo dia.
3. Nas línguas originais não há pontuação. Portanto, não podemos colocar a vírgula em qualquer lugar da frase para mudar o sentido do texto.

O maior problema para estes grupos, que tentam alterar o lugar da vírgula para dar outro sentido a frase, é porque se a vírgula vier antes, como em todas as bíblias, estará confrontando diretamente a doutrina herética da mortalidade da alma. Então, se a doutrina que eu prego não está de acordo com as Escrituras, só tenho dois caminhos: Ou eu mudo a minha doutrina, para se encaixar com as Escrituras, ou eu mudo as Escrituras para se encaixar com a minha doutrina. Infelizmente, algumas seitas mudam a Bíblia, a fim de que ela fique de acordo com suas doutrinas.



Bp. Tarles Elias

http://www.teologaroficial.com.br/contradicao-biblica

terça-feira, 17 de outubro de 2017

João Huss é condenado à fogueira



“A Igreja católica conde e mata queimado o pregador do Evangelho de Jesus, por nome João Huss”.
"Vamos cozinhar esse ganso." O homem a quem essas palavras se referem era João Huss, cujo sobrenome significa "ganso", em seu idioma pátrio, o tcheco. A pessoa que proferiu essas palavras se referia ao fato de que Huss seria queimado em uma fogueira.
Porém, quando o Estado e as autoridades eclesiásticas condenaram Huss, estavam acendendo a fogueira do nacionalismo e da Reforma da igreja.
Em 1401, João foi ordenado sacerdote. Ele passou a maior parte de sua carreira ensinando na Universidade de Praga e pregando na influente Capela de Belém, não muito longe da universidade.

Embora a terra de Wycliffe ficasse longe da Boémia, sua influência se espalhou depois que o rei Ricardo II da Inglaterra casou-se com Ana, irmã do rei da Boémia. Ana abriu caminho para que os habitantes da Boémia fossem estudar na Inglaterra. Assim, os escritos reformistas de Wycliffe começaram, lentamente, a se espalhar pela Boémia.

Nas paredes da Capela de Belém, as pinturas contrastavam o comportamento dos papas e de Cristo. O papa caminhava montado em um cavalo, mas Cristo andava a pé; Jesus lavava os pés dos discípulos, e o papa permitia que as pessoas beijassem seus pés. 

O mundanismo do clero ofendia Huss, que pregava e ensinava contra isso, ao enfatizar a piedade pessoal e a pureza de vida. Quando enfatizou o papel da Bíblia na autoridade da igreja, ele elevou a pregação bíblica a um importante lugar no culto.

Os ensinamentos de Huss se tornaram populares entre as massas e algumas pessoas da aristocracia, incluindo-se a rainha. Conforme sua influência na universidade crescia de forma notável, a popularidade dos textos de Wycliffe também aumentava.

arcebispo de Praga se opunha aos ensinamentos de Huss. Ele instruiu Huss a parar de pregar e pediu que a universidade queimasse os textos de Wycliffe. Quando Huss se recusou a cooperar, o arcebispo o condenou.

O papa João XXIII (um dos três papas do Grande Cisma, também conhecido por "antipapa") colocou Praga sobre interdito — ato que efetivamente excomungava toda a cidade, porque ninguém ali poderia receber os sacramentos da igreja. Huss concordou em sair de Praga para ajudar a cidade, mas continuou a atrair multidões enquanto pregava nas igrejas e organizava reuniões ao ar livre.

Huss suscitou a oposição do clero não apenas por denunciar o estilo de vida imoral e extravagante do clero — incluindo o papa —, mas ao afirmar que somente Cristo é o cabeça da igreja. Em seu livro Sobre a igreja, defende a autoridade do clero, mas afirma que somente Deus pode perdoar os pecados. Huss disse também que nenhum papa ou bispo poderia estabelecer doutrinas contrárias à Bíblia, assim como nenhum cristão verdadeiro poderia obedecer às ordens de um clérigo se elas estivessem claramente equivocadas.

Em 1414, Huss foi convocado ao Concilio de Constança para defender seus ensinamentos. Sigismundo, imperador do Sacro Império Romano, prometeu-lhe salvo-conduto.

O concilio já tinha uma opinião formada sobre Huss. Ele foi preso imediatamente após sua chegada. O concilio condenou tanto os ensinamentos de Wycliffe quanto os de Huss, que defendia as ideias de Wycliffe.

Sob ataque, Huss se recusou a negar que afirmara que quando um papa ou um bispo estivesse em pecado mortal, ele deixava de ser papa ou bispo. Em sua defesa oral, complementou suas declarações dizendo que o rei também deveria fazer parte dessa lista.

Sigismundo convocara o concilio para corrigir o Grande Cisma, o que foi realmente alcançado. Contudo, é natural que nenhum concilio que restaurasse a autoridade do papa recebesse de bom grado um rebelde, que questionava seu direito de fazer isso.

Abatido por sua longa prisão, pela doença e pela falta de sono, Hus ainda alegou inocência e se recusou a renunciar a seus "erros". Ele fez a seguinte declaração ao concilio: "Eu não renunciaria à verdade nem mesmo por uma capela repleta de ouro".

Em 6 de julho de 1415, a igreja condenou, formalmente, Hus e o entregou às autoridades seculares para a punição imediata. No caminho para o lugar de execução, Hus passou diante de uma igreja na qual uma fogueira queimava seus livros. Rindo, disse aos observadores que não acreditassem nas mentiras que estavam circulando sobre ele. Ao chegar ao lugar onde seria queimado em uma fogueira, o oficial do império pediu a Hus que se retratasse de suas ideias. "Deus é minha testemunha", disse o sacerdote, "de que as evidências contra mim são falsas. Eu nunca pensei nem tampouco preguei nada que não tivesse a intenção de, se possível, livrar os homens de seus pecados. Hoje morrerei satisfeito".

Depois de sua morte, as cinzas de João Hus foram jogadas no rio.
Em vez de colocar seu prestígio em risco, a corajosa morte de Hus só serviu para aumentar seu reconhecimento. Inflamados pela combinação de fervor religioso e nacionalismo, seus seguidores se rebelaram contra a Igreja Católica e seu império controlado pelos germânicos. Com essa rebelião, eles efetivamente se livraram de ambos. A despeito de todos os esforços dos papas de erradicar esse movimento, ele sobreviveu como igreja independente, a "Unitas Fratrum", ou "Unidade dos Irmãos".

Fonte: Os 100 Acontecimentos mais Importantes da História do Cristianismo
Editora: Vida

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Qual é o significado do batismo com fogo em MT 3:11?




“E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; não sou digno de levar as suas sandálias; ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo (Mt 3:11).


A passagem de MT 3:11, seguramente, é uma das que tem gerado mais polêmica e controvérsia no meio evangélico brasileiro.
De um lado estão aqueles que acreditam que o batismo com fogo tem haver com a ação purificadora e iluminadora do Espírito Santo. Do outro lado, porém, estão aqueles que afirmam que o batismo com fogo está diretamente relacionado com o juízo divino.


             A nação havia passado mais de quatrocentos anos sem ouvir a voz de um profeta. João concentrava-se no arrependimento. A palavra arrepender significa "mudar a forma de pensar e agir de acordo com essa mudança". João não se contentava com remorso ou pesar. Desejava ver "frutos dignos de arrependimento" (Mt 3:8). No entanto, João os chamava de "raça de víboras". Jesus usou a mesma linguagem ao tratar dessa gente que se julgava tão virtuosa (Mt 12:34; 23:33; Jo 8:44).

                     Os fariseus eram os tradicionalistas de seu tempo, enquanto os saduceus eram mais liberais ( At 23:6-9). Os saduceus abastados controlavam os "negócios do templo", João proclamava uma mensagem de julgamento. João cumpriu a profecia dada em Isaías 40:3. Em termos espirituais, João foi o "espírito e poder de Elias" (Lc 1:16,17). Até se vestia como Elias e pregava a mesma mensagem de julgamento (2 Rs 1:8). João foi o último dos profetas do Antigo Testamento (Lc 16:16) e o maior de todos (Mt 11:7-15; ver 1 7:9-13). Mas João mencionou outros dois batismos: um batismo do Espírito e um batismo de fogo (Mt 3:11).
                O batismo do Espírito veio em Pentecostes (At 1:5; observar também que Jesus não fala nada sobre fogo). Hoje, sempre que um pecador crê em Cristo, é nascido de novo e batizado no mesmo instante pelo Espírito Santo, passando a fazer parte do corpo de Cristo, a Igreja (1 Co 12:12, 13). O batismo de fogo, por outro lado, refere-se ao julgamento futuro, como Mateus explica (Mt 3:12).

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Presciência de Deus, predestinação e livre-arbítrio humano

  🕊️ 1. Jesus sabia que Judas o trairia? Sim, Jesus sabia. A Bíblia deixa claro que Jesus sabia de antemão que Judas o trairia: ...